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Não vou abaixar o som, mãe: Gallant

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   Todo mundo tem aquele artista que simplesmente provoca os sentimentos mais bipolares possíveis: "eu falo sobre ele e compartilho minha descoberta secreta de talento ou fico pra mim e escondo?". Gallant era essa pessoa para mim, até que um dia meus pais foram na minha casa e, ao assistir a novela das sete, revelaram que Gallant não era mais o artista que eu queria guardar em um potinho, uma vez que o mundo já o conhecia.

   Weight In Gold também foi a primeira música que eu ouvi. Na novela como tema da Diana e do Gui obrigada, Google, por me informar isso, porque eu não assisto novela para saber, essa música foi aquela que eu não precisei nem de quinze segundos para saber que amaria. Encontrei-a por conta de uma playlist no Spotify no início de 2016 e desde então tenho acompanhado o trabalho de Christopher Gallant, americano nascido em 1991. Christopher começou seu trabalho na indústria musical em 2014, lançando seu primeiro EP chamado Zebra de forma independente para, dois anos depois, assinar com a Mind of a Genius Records e nos agraciar com seu primeiro álbum, Ology


   Ology foi nomeado a um Grammy ano passado. Infelizmente o álbum não levou o prêmio para casa, deixando-me imensamente triste, pois Gallant é daqueles artistas que você sabe que música é sua vida sem nem saber sua história; talvez seja por conta da maneira como ele dança enquanto canta ou simplesmente por sua voz incrível. Seja pelo que for, ele merece muito reconhecimento e carinho, por isso resolvi que vocês não deviam conhecer ele só pela musiquinha da novela.



Honestamente, Gallant não merece ser guardado em um potinho. Ele precisa que o mundo o ame tanto quanto eu e essa é a intenção dessa postagem: fazer vocês conhecerem ele e o amarem também.
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Cabide quebrado: jaqueta maravilhosa mandou oi

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   Eu estou extremamente envergonhada de não ter mostrado essa jaqueta aqui antes. Ganhei ela da loja maravilhosa Zaful, que já foi parceira aqui do blog várias vezes, e como não tirei fotos de outfit lá nos Estados Unidos acabou que tive que guardar ela no meu roupeiro até que a estação aqui no Brasil estivesse agradável. E no final de semana passado esse dia chegou. De leve, mas chegou.

   O body destruidor de lares voltou a aparecer aqui e achei que seria muito justo fazer jus ao nome dele e acompanhá-lo com um batom vermelho. Para deixar o look menos ousado, usei uma calça acabadinha e um creeper que não tem saído dos meus pés por motivos de: me deixa mais alta. Parece ser motivo suficiente pra mim, além de ser lindo. A jaqueta bordada e nesse tom lindo de verde acompanhou para não expor tanta pele, já que o mundo aparentemente não está preparado para ver ainda.


   Sobre a jaqueta em si, eu nem preciso elogiar muito, né? Ela é linda, bem feita e de um material bom que me manteve bem aquecida perante ao ar-condicionado extremamente frio do restaurante que eu havia ido. Gostei muito dos desenhos e achei ela bem diferente. O interessante é que ela sozinha carrega o look inteiro, então as outras peças podem ser super básicas que eu ainda pareço estilosa hahaha

   E agora um agradecimento especial para minha fotógrafa oficial que estava um pitel no dia: minha mãe. Obrigada, sua linda, por me ajudar a manter o blog atualizado com fotinhos legais e pela paciência para tirar mil fotos pra mim.

























Body: Renner
Jaqueta: Zaful
Calça: Levi's
Tênis: ShoeDazzle

E aí, o que achou do look?
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22. "Não é pesado. Eu sou mais forte do que pareço. "

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   Peso é uma questão de opinião. É uma questão de comparar, de questionar quem segura e qual sua vontade de aguentar. Peso é uma questão de importância.
   Quando eu tinha cinco anos, tomava banho sozinha. Eu lembro de me olhar no registro do chuveiro e considerar um espelho. Algumas vezes ele era só um microfone alto demais para alcançar. Quando eu tinha doze, assinava a prova com nota vermelha enquanto chorava, sendo a aluna que mais se cobrava na escola inteira. Quando eu tinha quinze, comecei a morar sozinha. Cozinhar e manter a casa limpa foi uma tarefa que eu achei que seria mais complicada, mas consegui me virar da melhor maneira possível. Quando eu tinha dezesseis, morei fora do país por um ano. Sem meus pais ou qualquer outro conhecido. Quando eu tinha dezoito, dormi sozinha na noite anterior ao primeiro dia de faculdade. Quando meu estágio começou, semanas atrás e eu não pude chegar em casa e contar para alguém sobre meu dia enquanto jantávamos, eu tinha peso. Muito peso. 
   Atualmente eu vivo em um eterno "não é pesado. Eu sou mais forte do que pareço" porque eu me criei assim. Não culpo meus pais, o trabalho ou o dinheiro e tampouco gostaria que tivesse sido diferente. Não culpo ninguém porque é meu peso, minha opinião, minha comparação com o peso dos outro. Não culpo, só questiono como seria diferente se eu fosse outra pessoa e tivesse feito escolhas diferentes.
   De qualquer forma, eu posso carregar dias com somente uma refeição, poucas horas de sono e uma saudade que tranca na garganta e outra salgada que escorre pelos olhos de vez em quando. Eu sou mais forte do que pareço. Não é pesado. Ainda sim, escrevo isso para avisar que eu aceito alguém que queira passar a esponja nas minhas costas cansadas durante o banho. Eu aceito que alguém assine a prova pra mim e diga que eu dei meu melhor, assim como aceitaria uma companhia para acordar todos os dias. Eu gostaria de companhia para viajar para o exterior e alguém parar rir dos meus casos de "não vou levantar para ir até o banheiro porque meus colegas de trabalho podem me julgar". Eu aceito.
   Não é pesado. Eu sou mais forte do que pareço. Mas compartilhar o peso não seria nada mal.
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Sing Your Song

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   Eu não sei vocês, mas uma coisa que me acalma muito é cantar. Não na frente de pessoas (pelo menos não normalmente), mas sim no carro ou em casa mesmo. Porém recentemente decidi me focar em permitir que as pessoas elogiem minha voz ou me mandem calar a boca e pra isso usei o snap, o stories do instagram e meu canal no YouTube mesmo.
    E aí está o resultado.


   Buscando uma coisa mais "profissional" zoeira profissional, claro passei uma quantidade considerável de tempo na frente do YouTube, catando canais bons de instrumentais das minhas músicas favoritas e resolvi compartilhar aqui porque a) vai que vocês se sintam como eu? e b) vai que vocês estejam pensando em fazer uma festa e pensem que um karaokê seja uma boa pedida? Pode ser a opção a) e b) também, vai saber?! De qualquer forma, espero que gostem das opções que comentei e, claro, se souberem de um canal legal, podem dizer também.
   E tá liberado comentar o que achou da minha voz também, mas só se não for pedir muito.

Karaokê

Essa versão é bem aquela de karaokê que vinha nos DVDs quando se comprava um aparelho de DVD novo mesmo. O instrumental parece mais "robótico", mas não deixa de ser divertido.

Piano
Não sei se é por eu achar que combina mais com a minha voz, mas as versões no piano são as minhas favoritas. Há vários canais especializados nisso e até mesmo pessoas com tutoriais, então essa opção serve tanto pra quem quer aprender a tocar a música no piano quanto pra quem quer cantar uma baladinha lenta.

Acoustic
Acústico só funciona pra mim quando o canal realmente sabe o que faz, então não tenho uma lista tão longa assim. Ainda sim, acho que essas versões são legais e merecem atenção. Elas têm aquela vibe fogueira-na-praia-com-o-amigo-que-leva-o-violão-pra-todo-lugar, sabe?


O que acharam?
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Together Cafe Turismo

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   Quando fui para São Paulo, o que mais gastei foi com comida. E alguém pode me julgar? Não. São Paulo, além de ter diversas opções para entretenimento e ser o lugar que todos os artistas internacionais resolvem fazer show, é capital dos restaurantes mais variados possíveis, então resolvi separar os meus favoritos e fazer postagens separadas sobre cada um. Vamos começar com o Cafe Turismo Together?



   Sem sombra de dúvida, a Liberdade e o Bom Retiro foram meus bairros favoritos. E foi no Bom Retiro, entre Pinacoteca, Estação da Luz e lojinhas com vestidos bonitos e baratos que encontramos essa cafeteria coreana adorável que me encantou.
   A primeira coisa que te envolve é a decoração, sem sombra de dúvidas: a parede com folhagem, os quadros no estilo Amélie Poulain com uma xícara do café em diversos lugares do mundo, os livros em coreano, os bonequinhos do Kakao... não tem como não amar. O menu também faz parte do amor, considerando que ele fica disposto sob a mesa em uma prancheta fofinha.
   E aí vem a parte que realmente importa.
   A comida.



   Como vocês sabem, eu fui para SP com uma das minhas melhores amigas, a Camila. Ela pediu um salgado em forma de peixe que eu esqueci o nome, mas que tenho certeza que começa com B de presunto e queijo e eu pedi de pizza. A única diferença entre os dois é que no meu tinha molho de tomate, milho e cebola. Fiz uma boa escolha mesmo. Para beber ela pediu um moccacino e eu, a louca do "sai com esse café de perto de mim", pedi um milkshake de banana. E deixe-me dizer que foi a melhor escolha que eu já fiz na vida, porque aquele milkshake foi o melhor que eu já tomei. Eu pegaria um avião só pra poder tomar ele, sério.
   As bebidas também fazem parte da decoração, de tão lindinho que elas são dispostas na mesa. Meu milkshake veio em uma Mason Jar e o café da Camilinda veio na xícara bonitinha e com um desenho de coração em cima.


   Sobre valores, não tenho o que reclamar também. O "peixe" foi R$ 7,00 e serviu como almoço, enquanto meu milkshake foi R$ 11,00 e o moccacino/capuccino/café que eu não curto foi R$ 6,00. E eles aceitam dinheiro e cartão de débito, então facilita a vida na hora do pagamento. 



   Mais uma informação relevante é que o pessoal lá é super querido e organizado. O garçom que nos atendeu foi mega solicito, assim como a gerente.
  No menu também tem alguns doces e mais opções de salgados, mas resolvi deixar um pouco de espaço para uma sorveteria na esquina que será assunto de outra postagem.



  E aí, o que acharam?

Endereço: Rua Prates, 577 - Bom Retiro, SP
Horário: 7:30h - 19:00h
Nota: 4,8/5
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cabide quebrado: eu sou vulgar?

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   Se tem algo que me incomoda são pessoas que se acham no direito de julgar as outras por questões como roupa, cor da pele ou qualquer coisa do gênero. Então quando postei foto usando esse meu body vermelho de renda e recebi uma mensagem dizendo que "somente meu marido deveria me ver usando roupas provocantes assim" e "que eu não deveria mostrar tanta pele assim porque não era algo para uma menina decente fazer" eu não pude me conter; decidi deletar a foto e conversar com minha mãe sobre o assunto.
   Eu sou vulgar?



   Minha mãe recordou-me um dos motivos pelos quais eu a amo tanto, com uma resposta a altura: "você que tem que saber das suas intenções. Você colocou essa roupa com a intenção de parecer vulgar e de fazer as pessoas comentarem coisas assim?". Quando respondi que não porque simplesmente essa não sou eu, ela acrescentou um "a malícia está literalmente nos olhos de quem vê, filha. Você não deve se importar com comentários assim, porque eu sei que no teu coração as coisas não funcionam bem assim; você não quer ser vulgar".

   Então eu postei a foto de novo e me senti confiante: eu não sou vulgar. Eu não me considero vulgar. E mesmo que eu quisesse arrancar olhares e comentários com um tom sexual, qual seria o problema? Aqui vai uma frase do meu pai pra vocês, galera chata que insiste em ter uma opinião formada sobre tudo e todos e insiste em compartilhar sempre: Deus deu uma vida só para as pessoas para que elas cuidassem da sua própria, não a dos outros.
   Cês notaram que eu tenho pais maravilhosos, né?


   O look é bem simples, como vocês podem ver. Eu não acrescentaria nem tiraria nada, principalmente se tratando do cardigan. Eu achei que sem nada ficaria muito exposto e, como eu falei antes, minha intenção não era (e provavelmente nunca vai ser) chamar muita atenção. Gostei muito da sandália bem estilo tumblr asiático para dar um tom mais fashionista e não algo que a Kylie Jenner possivelmente usaria.
   Esse sapato é uma aquisição maravilhosa da Dr. Martens e ó, eu estou apaixonada.


   Eu disse que não mudaria nada, mas os olhares me incomodaram. Prevendo isso, levei uma camiseta na bolsa e me permiti ceder "ficando mais decente" porque, deixe-me dizer, os homens na rua não eram nada discretos. Realmente não sei em quem colocar a culpa - eu que tenho medo sem fundamentos ou eles que são indiscretos com más intenções mesmo? - então simplesmente aceito. Chame-me de medrosa ou fraca, mas não me vestiria assim se tivesse que sair sozinha na rua.
   E isso não tem nada que ver com me considerar vulgar ou não; isso é sobre pessoas que conseguiram me desrespeitar só com um olhar.

Blusa: Zara
Body de renda: Renner
Short Saia: Riachuelo
Sapato: Doc Martens
Cardigan: Forever 21
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Não vou abaixar o som, mãe: Lany

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   Eu simplesmente amo quando escuto uma música e nem preciso dos primeiros quinze segundos para saber se amei; quando o cantor canta a primeira palavra e eu já estou apaixonada. E foi isso que aconteceu com LANY e a canção ILYSB.



   O trio formado em março de 2014 é americano e considerado um estilo de rock alternativo. LANY se pronuncia "lei-ni" porque os caras queriam um nome com quatro letras (por propósitos de design e etcetera) e pensaram em algo no estilo LA - de Los Angeles - e NY - de New York, só que os fãs ficavam na dúvida como pronunciar o nome, até que Paul Jason McKlein, o vocalista, resolveu se explicar e acabar com a confusão. O Paul, aliás, teve uma carreira solo antes de estar no trio e ele era bem bom, viu? Mas prefiro o som deles juntos mesmo.  



   A proposta desse ano é lançar seu primeiro álbum. A discografia deles hoje conta com quatro EP's, que foram apresentados em shows de abertura para Ellie Goulding no Reino Unido e para Troye Sivan nos Estados Unidos. Eles já fizeram duas turnês lá na America do Norte e eu espero de verdade que LANY (o nome do cd, no caso) os traga para o Brasil; coisa que eu duvido muito, mas não custa sonhar, não é mesmo?



E aí, gostaram do som?
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uma semana em SP

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   Para vocês terem noção do meu amor por São Paulo queria dizer que estou escrevendo essa postagem de madrugada porque perdi horas fuçando online por apartamentos para vender na capital paulista - como se eu fosse comprar alguma coisa, né?! tô apaixonada por bk30 da República, aliás, mas ok
   Recentemente viajei com uma das minhas melhores amigas e preciso dizer que existe sim amor em SP. E muito amor mesmo. Nós começamos nos planejando muitos meses antes e pagamos em torno de R$ 800,00 para uma semana com hospedagem e passagens de avião inclusas, sendo que o apartamento (igual da outra vez) foi esse aqui, no Copan. Já expliquei como funciona o aplicativo aqui, então não tem mais desculpa para não visitar a cidade da garoa.




Chegamos no sábado e depois de nos instalar, fomos para a Pinacoteca, por ser de graça nos sábados. Checamos o Parque da Luz e voltamos para a República espantadas com a quantidade de gente na rua por conta dos bloquinhos. Paramos na Avanhandava e encontramos um restaurante barato coisa que não foi fácil quase na esquina.



No domingo acordamos cedo para visitar meu bairro favorito: Liberdade. A feira e as lojinhas de lá me encantam demais e não existe lugar mais encantador para mim. Dica aqui fica pelo Bubble Kill. Ficamos até o início da tarde, para depois ir para o Ibiraquera. Alugamos uma bicicleta por cinco reais a hora e depois fomos para o MAC. No entanto, estava tarde demais e não conseguimos ver nada. Minha dica é acompanhar a hora (eles fecham às 18h) e cuidar MUITO para atravessar a passarela lá. Planejávamos ir no bar Willi Willie e na Cinemateca, porém três motoristas da Uber cancelaram conosco e acabamos atrasadas demais.



A semana de carnaval começou com Starbucks, sebos, Galeria do Rock, Teatro Municipal, Praça das Artes e um Edifício Martinelli fechado, então pegamos o metrô e fomos caminhar na Paulista, sabendo que voltaríamos no dia seguinte para nos encantarmos com o MASP. Passamos na FNAC para pegar meus ingressos para o show do BTS e na Livraria Cultura de lá. Jantamos numa descoberta maravilhosa indicada por um dos ubers chamada Sukiya. A comida é boa e bem barata mesmo.

Já na terça visitamos o Museu da Imagem e Som, porém ficamos decepcionadas por não nos interessarmos pela exposição principal do Silvio Santos. Nos perdoem. Aí fomos para a Paulista comer coxinha doce na Coxinharia Prime Taste, visitar a Casa das Rosas, a FIESP, o Parque Trianon e o MASP. 



A metade da semana chegou para nós com uma ida até a Vila Madalena. Conhecemos o Beco do Batman e a adorável (e cara) cafeteria Lá da Venda. Demos com a cara na porta de todas as galerias que queríamos ter ido estarem fechadas, mas superamos o fato com uma volta pela República mesmo: depois de conferir a Praça Rooselvet, subimos até o último andar do Copan e apreciamos a vista incrível. Depois o metrô nos levou até a Paulista de novo, onde nos encantamos com a Passagem Literária da Consolação e compramos alguns livros. Caminhamos até a Augusta, comendo em um estacionamento com várias opções de foodtruck e depois assistindo ao stand up do Comedians.




A quinta foi dia de compras, que começou no número 2400 da Augusta. Descemos e descemos a rua até chegar na Oscar Freire e passar boas horas na Galeria Melissa. Compramos sapatos e alugamos (de graça) o skate da Melissa por uma hora. E ninguém quebrou uma perna, então tudo certo. Comemos Ben & Jerry, compramos bolinho na Carlo's Bakery (que, aliás, não achei tão bom assim; me processem) e pegamos cupom no Peixe Urbano para jogar boliche no SP Diversões por R$ 30,00 a hora. De noite, depois de um bom banho, esperamos trinta minutos na fila para comer ramen da famosa Jojo Ramen e valeu a pena.




Na sexta nós caminhamos bastante. Cobrimos o Mercado Municipal, a 25 de Março, o Edifício Martinelli, a Catedral da Sé e o Red Bull Station. Achamos o restaurante caro e nem tão bom assim lá no Red Bull, então caminhamos até a Liberdade para comer lamen no Momo. Valeu a pena porque lamen sempre vale a pena. Compramos mais doces asiáticos e voltamos para casa exaustas, prometendo sair mais tarde para ir em um karaokê, o que nunca aconteceu porque resolvemos comer algo perto ali do Copan e dormir mais cedo.




Renovadas no sábado e último dia, fomos direto para a Estação da Luz, não antes ser cantadas por dez homens nojentos. Tiramos fotos, surtei no Bom Retiro com a quantidade de coisa coreana que encontrei e depois fomos ver o resto da Pinacoteca. Comemos na cafeteria Together (que ainda vai ter  post especial só pra ela aqui) e voltamos para pegar as malas e chorar no aeroporto, pela falta de vontade de voltar.



   Conforme os comentários verei quais partes merecem mais foco, então tá liberado pedir, ok? Obrigada, SP, por nos receber tão bem e um agradecimento especial para a amiga maravilhosa que eu tenho. Obrigada por me aturar e tirar fotos de mim.
   E SP, talvez não seja para morar no BK30, mas ainda terei você como meu lar.
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