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Porcaria, a pipoca queimou: Requisitos para ser uma pessoa normal

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   O que eu estou adorando sobre Netflix não é sua praticidade e nem sua quantidade linda de seriados disponível - não só isso, pelo menos; o Netflix está me conquistando mesmo é pelas obras internacionais disponíveis lá. Além de diversos dramas coreanos (assistam Descendants Of The Sun e Dramaworld), os filmes espanhóis estão conquistando espaço lá.



   Requisitos para ser uma pessoa normal conta a história de Maria, de 30 anos, que simplesmente quer ser uma pessoa normal. Na sua cabeça, isso pede por um namorado, uma casa, vida familiar, um emprego, vida social, hobbies e ser feliz. Entre voltar para a casa da mãe - com quem não fala há um tempo - depois de ficar desempregada e não conseguir pagar o aluguel (vida familiar, casa, emprego) e chorar por não ter amigos ou um parceiro (ser feliz, vida social, namorado), ela conhece Borba ao ir comprar uma lâmpada para sua luminária (hobbies).
   Ele pede que ela o ajude a perder peso e ela requere auxílio para ser normal. Os dois começam a passar muito tempo juntos e, de forma lenta e delicada, uma amizade é formada, mostrando que normal e feliz é só uma questão de opinião.


   O que eu mais gostei no filme (além da fotografia muito interessante) foi a sinceridade de cada cena, de cada ato. A mãe de Maria fuma maconha enquanto seu irmão, portador da síndrome de down e gay, controla o horário que ela volta para casa por não gostar do moço que Maria saiu com. Borja e Maria se encontram para comer pizza em uma loja de conveniência, ela não compreende arte alguma do estúdio em que conheceu o tal moço do encontro às escuras e Borja não perde peso. Não é nenhum conto de fadas e é por isso que é tão encantador.


   Na uma hora e meia de filme eu ri muito e fiquei com vergonha pelos personagens. Adorei como eles contemplaram vários aspectos da vida de uma pessoa e, honestamente, acho que todo mundo deveria assistir esse longa para ser lembrado que não existe um ser humano sequer que tenha tudo certo; que tenha nada para temer e se preocupar. Somos imperfeitos e isso nos torna normal.
    E uma pergunta rápida: qual seriam os seus requisitos para ser uma pessoa normal?
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7 comentários:

  1. Oi Bi!
    Eu também amo achar esses filmes espanhois, sempre me surpreendo e acabo amando! Esse tem toda a cara que eu amaria. Isso da fotografia ser diferente e as cenas serem bem cruas, realistas, é uma das coisas mais legais ever ♥
    E respondendo sua pergunta: se fosse no passado, eu responderia igual a Maria (namorado, casa, vida familiar, emprego, vida social, hobbies e ser feliz). Mas hoje eu percebo que não existe isso de normal. Somos nós mesmos e é isso, pronto. Não temos que nos encaixar em molde "normal" nenhum. Acho que você pensa assim também. Acertei?
    Beijos!

    claramenteinsana.com

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  2. Achei a história bem interessante, me identifiquei MUITO com a Maria!

    É muito bacana ver que produções de outros países estão tendo mais espaço (pelo menos pra quem quer assistir rs).

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  3. Gente, esse filme parece maravilhoso <3
    acho que já vi alguma imagem dele em algum site ou blog. fiquei ainda mais curiosa para assistir esse filme após ver sua resenha. a história parece muito legal e a fotografia do filme é muito bonita!
    bjs
    blogtrashrock.com

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  4. Biii, que indicação maravilhosa! Pelo que você disse, parece ser bem o tipo de filme que eu gosto de assistir e vendo o trailer, eu só confirmei que é bem esse tipo de filme mesmo haha ah, fiquei pensando aqui nos requisitos pra ser uma pessoa normal e... não deu em nada. Acho mesmo que isso de ser normal não existe, todo mundo é meio louquinho de vez em quando e ninguém precisa ser "normal" pra ser feliz, né?
    Um beijão,
    Gabi do likegabs.blogspot.com ♡

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  5. Que dica de filme mais gostosa, vou ver hoje mesmo!
    E espanhol <3 preciso treinar o meu XD

    Um beijo
    Foca no Glitter

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  6. "Normal e feliz é só uma questão de opinião". Foi a frase que me marcou nesse post. Nunca fui normal, disso tenho certeza. Desde sempre, usei as roupas que eu queria sem medo de ser julgada (usava mechas coloridas no cabelo na 1ª série do fundamental) e daí muita gente achava que eu era bagunceira quando na verdade eu era nerd e bem tímida. Essa questão de ser normal é muito chata. Hoje, não consigo me imaginar casando e não tenho isso como um sonho. Talvez no futuro isso mude, mas no presente não é assim que me sinto e não acho que tem nada de errado nisso. Gosto de viver cada dia o melhor possível e não quero abrir mão disso nem me arrepender. Ser normal é chato, vamos ser nós mesmos!
    Sobre o filme, acho que a Maria descobriu isso sozinha, né? Rs. Gostei da indicação e fiquei curiosa quando você mencionou, rápido, a fotografia. Vai pra lista de filmes que quero assistir.

    Beijos
    Quase Primavera

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  7. Oiee
    Netflix é muito amor ♡_♡ Dramas asiáticos são incríveis - Dramaworld é muito legal.
    Estou namorando esse filme já faz um tempo. Meu objetivo é assisti-lo. Parece bem interessante.
    Bom, não sei o que significa ser normal. Mas,acho que não sou e sou feliz assim.
    Beijinhos
    Screepeer.com.br

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