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Aguarde com o passaporte: São Paulo

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Dois avisos antes de começar o post: por motivos relacionados com o post de hoje, fiz uma loja do Enjoei. Quem quiser dar uma olhada, esse é o link. Obrigada. O segundo aviso é para saber se vocês já viram o novo vídeo do canal. Não?

Obrigada pela atenção. Beijo beijo.




   Mesmo que não precise do passaporte para ir pra São Paulo aguarde com o passaporte, o post de hoje é sobre essa cidade incrível. Sei que a maioria das leitoras residem lá e o medo de falar besteira é grande, mas como estou me aprontando para ir para a capital no dia 13 de julho, esses lugares realmente estão na minha lista para visitar e precisam ser compartilhados.

Beco do Batman

Independente de o Beco do Batman ser "clichê" para indicação, ele precisava estar aqui. Os desenhos são renovados constantemente, então nunca será a mesma coisa. Lá pela Vila Madalena tem também o restaurante/lojinha Lá Da Venda que, pelas fotos, parece ser um amor também.

Vale do Anhangabaú
Preciso dizer que esse é um dos lugares que estou mais curiosa para conhecer. O Vale do Anhangabaú (que nome mais impronunciável, socorro) é uma praça que conta com chafarizes, jardins bonitos e esculturas. Ele divide o centro Velho e Novo e é digno de fotos maravilhosas, ainda mais por contar com edifícios como o Martinelli ao seu redor. Ah, e o Viaduto do Chá também serve de ótimo fundo para fotos; não é mistério que os melhores feeds do Instagram sejam paulistas, né?

Museus Contemporâneos

Se tem uma coisa que São Paulo me conquista é no quesito 'museu de arte contemporânea'. Eu não sou daquelas que amam ver penicos de reis antigos, mas quando é um penico gigante com glitter... ah, aí é outra história. Na foto acima está o nome dos quatro que mais me conquistaram e que, com certeza, ganharão minha presença em julho. Preste atenção também no preço - ou na ausência dele.

Liberdade

Você não precisa gostar do Japão para querer passar no bairro Liberdade. A cultura e os restaurantes podem te conquistar simplesmente por serem diferentes, assim como a possibilidade de cantar e comer bem. Obviamente que as compras nesse bairro não precisam de indicação, né? Aqueles produtos inúteis-porém-adoráveis e até mesmo snacks orientais que a gente só encontra em São Paulo mesmo. Ah, e sobre os restaurantes, muitos falaram que o Karaokê Samurai é bem barato, mas dê uma olhada nos comentários negativos, ok? Até eu fiquei desanimada em ir lá e não tocarem a minha música.




Viaduto Santa Ifigênia




















Esse viaduto exclusivo para pedestres, além de palco para fotos magníficas, é tablado para músicos, mágicos, artistas e muita arte. De lá, dá pra ver o corredor norte-sul, que, como boa São Paulo, está sempre lotada de carros. Pausa para fotinhos tumblr, galera.



Casa das Flores
Claro que a Casa Das Rosas não está nessa lista pelo chão legal (mas você já deu uma olhada nas marcações de lá no instagram? O piso parece demais), porém isso agrega valor sim. Lá são realizados diversos eventos relacionados com leitura e por isso é legal dar uma olhada nessa agenda antes de ir. Ela fica na Avenida Paulista então, além de ouvir umas poesias bonitas e chorar pelo crush que não te ama, dá pra fazer compras depois. Ou seja, perfeito.

Parque do Carmo

Quem não acha a flor de cerejeira linda que atire a primeira pedra. Elas são marcos do Parque do Carmo, que conta com uma infraestrutura perfeita para um dia mais tranquilo: Museu do Meio Ambiente, lagos, anfiteatro natural, aparelhos de ginástica, campos de futebol, ciclovia, pista de Cooper, playgrounds, quiosques, churrasqueiras, gramado para piquenique e redeiros

E é isso aí; tentei fugir das indicações que sempre aparecem por aí, mas foi complicado. Alguma indicação mais? O que acharam? 
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642 coisas sobre as quais escrever: 214

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   Ouvi minha esposa dizer que o nosso amor está comprometido. Ela conversava com uma amiga e contou sobre como eu era incrível, continuava em forma e como as mulheres de meu escritório olhavam para mim "daquele" modo. Ela falou que me amava, mas que tinha medo de que, um dia, eu acordasse e notasse que perdi a vida com uma mulher que não era o suficiente para mim. Sua amiga ficou em silêncio e então ouvi o barulho de um tapa. "Nunca mais repita essas coisas, ok?". "Você machucou meu braço, biscate". E então elas riram baixinho e mudaram de assunto.
   Eu não questionei ou mencionei a conversa, mas minha esposa soube que algo estava diferente quando, naquela noite, entrei no banheiro quando ela estava saindo do banho e simplesmente fiquei na porta, encarando seu corpo exposto. Ela olhou para mim esperando que eu fosse fazer uma pergunta ou falar algo e, ao notar que eu não tinha um propósito definido para estar ali, voltou a se secar. A toalha secava o resto de água de sua pele e pude notar quando ela envolveu seu busto e me lançou aquele olhar.
   - Está tudo bem? - Ela perguntou.
   Minha mulher levantou os braços, enrolou os cabelos e os prendeu sem a ajuda de um elástico. Eu achava aquilo fantástico; como um truque de mágica. Ela logo abaixou os braços, com as bochechas já vermelhas. Suas axilas eram escuras. Nenhum tratamento ajudava e ela já havia tentado milhares de cremes. Já havia a pego se olhando no espelho, com aquele olhar de nojo e doeu-me saber que ela dedicava aquele desprezo para seu próprio corpo.
   - Sim. Só estava pensando no dia em que nos casamos. - Respondi.
   Ela piscou, sorriu e olhou para o chão. Mesmo depois de anos, ela ainda ficava surpresa com demonstrações de afeto e elogios. Eu gostava disso nela, porém, infelizmente, acontecia porque ela se contentava com pouco, porque acreditava que não merecia muito.
   - Arrependimento?
   - Certezas.
   Seus olhos castanhos me encararam e eu gostei da atenção que recebi. Eu amava aquilo que ela fazia com as sobrancelhas quando me achava bobo ou quando não compreendia algo. Mas então desistiu de mim e se voltou para a pia. Olhou-se no espelho e ajeitou o cabelo, cuidando para não me deixar ver seus braços. Depois, quando pensou ser suficiente, saiu do banheiro e foi para nossa cama. Sentou-se e pegou um creme corporal e tirou a toalha outra vez.
   - Você sabe que sempre fomos amigos, certo? - Ela perguntou. Pude ver sua tensão ao me deixar ver seu corpo. Depois de nossa filha, sua insegurança havia ficado ainda mais marcante. Acenei com a cabeça e esperei para saber onde ela queria chegar. - Porque eu queria te perguntar uma coisa.
   E aí estava por vir. Mais depredação, mais nojo.
   - Você nunca se arrependeu? Digo, de mim. De nós. Não?
   Suas coxas tinham estrias, assim como seus quadris. Seu corpo nunca fora magro e, por mais que ela muito desejasse, pernas finas não faziam parte de sua estrutura corporal. Ela não usava blusas que deixassem suas costas de fora por conta de problemas com acne na adolescência. Ela também não gostava de vestidos com alça fina porque exaltavam as dobras de seus braços. Lembro-me de quando ela chorou ao encontrar o vestido perfeito e não pôde usá-lo por causa daquele detalhe. Eu a beijei, beijei seus braços e falei que se aquilo a incomodava tanto talvez pudesse cobrir com seu cabelo ou com um xale. Ela sorriu em resposta, mas fiquei sabendo que tinha considerado aquilo uma confirmação de que eu concordava com suas imperfeições.
   Ela não se amava. Não gostava de sua aparência e não via nada do que eu enxergava. Não via seu sorriso bonito; só sabia que seus dentes da frente eram um pouco separados. Não via suas curvas, via falta de delicadeza. Não sabia que eu amava quando ela acenava em minha direção, só sabia acreditar que seus braços e axilas eram horrendos. Ela não se amava e eu não sabia bem o que fazer.
   Em um segundo, eu a olhei nos olhos. Em um segundo, eu a beijei. Em um segundo, eu a peguei no colo e disse que a amava. Em um segundo, a insegurança passou. Em um segundo, a insegurança voltou. Em um segundo, ela pediu que eu a largasse no chão porque "estava gorda demais". Em um segundo, eu a amei e quis amá-la para sempre.
   - Sabe que eu amo você? Sei de cada detalhe que você não gosta em si, mas eu simplesmente não entendo. Você é tão linda e talvez faça parte do seu charme não saber disso. Talvez eu precise te lembrar disso todo dia. De um jeito ou de outro, não me arrependo. Em um segundo você pode mudar completamente sua aparência, em um segundo você pode se sentir horrível, mas nem com todos os segundos do mundo eu poderia deixar de te amar e te achar linda.
   Em um segundo, soube que havia nascido para amá-la. Em um segundo, quis fazer aquilo para sempre.
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divulgo mesmo

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   O post de hoje é breve e direto: divulgação. Como diria meu pai, quem não é visto, não é lembrado, então pensei que hoje seria um bom dia para dizer que FINALMENTE SAIU O PRIMEIRO VÍDEO DO BLOG! Pra quem me conhece, sabe que esse é um passo enorme e, até agora, estou quase clicando no "excluir" então preciso muito saber da opinião sincera do povo sobre o vídeo.

 
 Quero lembrar também do instagram (@blognaogostodeunicornios), do facebook (facebook.com/naogostodeunicornios) e do snap (bibsgeisler).

E eras isso. Espero que tenham um bom dia :)
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cabide quebrado: manta azul

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   As fotos de hoje representam muito a minha personalidade. Aí vão pensar "ah, ela é fofinha" porque né, a blusa tem umas flores bonitinhas e tudo MAS a verdade é que não. O que me representa mesmo é essa roupa amassada. Verdade seja dita: eu sou daquelas que anda com a roupa amassada e não se importa.






   Ignorando minha preguiça de passar a blusa/short/casaco/manta, preciso dizer que esse look é um amor da vida. O short saia era uma peça que eu queria muito e demorei para encontrar, assim como essa blusa florida. Ela é bem fresquinha (então sim, tem muita blusa quentinha por baixo para superar essas temperaturas baixas aqui em Porto Alegre) e muito adorável. Quebrando os paradigmas (nem sei o que isso significa, mas achei que era justo usar aqui), o Oxford mais masculino completa o look.






































   Outra coisa que é necessária dizer é que essa escadaria é demais. Localizada lá no centro, umas três ruas depois da Borges, o lugar é ótimo para fotos e simplesmente passear. Minha mãe e eu tiramos o dia para ir em um café (café do Duque, indico muito) e simplesmente aproveitar a tarde nublada e conversar. Isso nos traz para uma pergunta rápida: quando foi a última vez que você fez algo com seus pais? 




Blusa: Riachuelo
Short Saia: Riachuelo
Sapato: Quiz
Casaco: C&A
Manta: Renner

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18 coisas para o apartamento: #11

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Oi, você poderia me ajudar numa competição? É só clicar aqui aqui e aqui e tudo certo.

   Sofás me atraem. Antes de morar sozinha, a única certeza que tinha era de que um sofá confortável era mais do que necessário uma vez que, naquela época, a televisão era uma grande companheira minha. Agora meu sofá serve mais pra quando tenho visita ou para dormir. Ainda sim, decorá-lo é importante, e como fazer isso se não por almofadas legais?
   Fiz uma seleção das minhas lojas favoritas e acabou que se tornou meio que uma wishlist. Eu sei (infelizmente) que os preços não são dos mais agradáveis, mas acredito que esteja refletindo na qualidade do tecido e do produto em si. De qualquer forma, aceito sugestões, tá?

Número 11: Almofadas

Colab 55
Antipop
A Mi Manera

IKS

Mooui

Meninos

Pop Mega Store
Casalouca
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Não vou abaixar o som, mãe: Greyson Chance

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   Oi, você poderia me ajudar numa competição? É só clicar aqui aqui e aqui e tudo certo.
   Obrigada pela atenção.
   Tchau.
   Quer dizer, o post começa agora... mas você entendeu.






































   Anos atrás, quando o Kinder Ovo ainda não valia uma barra de ouro, Greyson Chance apareceu tocando piano e cantando Paparazzi (da Lady Gaga) em uma apresentação do colégio. O vídeo foi para o Youtube e se tornou viral, aparecendo até na Ellen DeGeneres. Mas então ninguém mais ouviu falar dele. Até agora.

"Tentando não ter arrependimentos, mesmo que só por esta noite. Como você vai seguir em frente se continua olhando para trás?"
- Waiting Outside The Lines

   Aos dezoito anos, Greyson está para lançar seu terceiro EP. Depois de duas turnês e um prêmio como Artista Revelação do Youtube, ele volta com um estilo completamente diferente do que eu estava acostumada. O menino fofinho que sofreu por Ariana Grande no videoclip de Unfriend You não existe mais; ele deu lugar para um Greyson que fuma e bebe em Back On The Wall. E eu estou amando isso.

"Eu pensei que com o tempo você mudaria; que o meu tempo e amor iriam curar a dor. Não queria que esse dia chegasse, mas agora tudo que sinto é dormência."
- Unfriend You  

  Com uma vibe visual muito indie e jaquetas de couro dando um ar James Dean, o moço está de arrebatar corações, honestamente. Somewhere Over My Head (o nome do novo EP que está para sair dia 13 desse mês) traz muito ritmo eletrônica e letras escritas por ele então, para ser ainda mais honesta, fiquei apaixonada porque ele é simplesmente o pacote completo: bonito, talentoso e maravilhoso. 



Mas e aí, também se apaixonou?
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18 casais que eu adoro: #9

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Antes de começar o post, peço que me ajudem numa competição e cliquem aqui.

   Comemorando que Jane The Virgin está disponível no Netflix agora (só a primeira temporada, mas já vale), o casal de hoje é aquele tipo miserável de gente que nós acabamos shippando na vida real também, mesmo que os atores já sejam comprometidos.

Número 9: Jane & Rafael


   Antes de partir para os motivos pelos quais eu amo esses dois lindos, preciso contar sobre Jane The Virgin. Bem, Jane é uma virgem que acaba... engravidando. A ginecologista dela confundiu as pacientes e acabou inseminando ela artificialmente com o esperma de SURPRISE Rafael. Como ele teve uma doença, esse esperma seria sua última chance de ser pai e Jane compreende isso, decidindo  ter o filho. Mas, adivinha só? Ela já tem um namorado - noivo - e ele não gosta nada dessa história. Ainda mais porque Rafael é o cara da foto abaixo.

   E então chegamos em Jafael (Jane + Rafael para os desavisados). Eles se conheceram em um verão, quando ela trabalhava na lanchonete e ele, o rico mesquinho, acabou passando por lá e roubando seu coração. Anos depois, ela começa a trabalhar no hotel dele sem nem saber e depois acontece todo o lance da inseminação.

   O que eu gosto sobre os dois é que eles crescem juntos. Com altos e baixos, eles notam que desenvolveram sentimentos um pelo outro mesmo que as circunstâncias não estejam torcendo por eles como casal. A gravidez de Jane acaba juntando muito os dois e eu juro que não aguentava com a fofura de Rafael, cuidado de Jane e sendo inseguro, mesmo que essa característica nunca estivesse no seu histórico antes.

   Mas o problema é que série não é série se não tiver treta, né? Rafael é casado e Jane tem um noivo. Além disso, eu soube que a segunda temporada é repleta de reviravoltas loucas e animadoras. Infelizmente li um spoiler master e agora nem estou com vontade de assistir, ainda mais que a terceira temporada vai demorar um bocado para sair. De qualquer forma, eu sempre shippo errado mesmo, então não era nada que eu não estivesse esperando.

E aí, o que achou do casal? Já viu o seriado?
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