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Porcaria, a pipoca queimou: Se enlouquecer, não se apaixone

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   Eu até gosto de filmes, mas se tiver de escolher entre assistir um ou ler alguma fanfic, histórias de fãs sempre ganham. No entanto, quando estou preparando o almoço ou comendo, paro no Netflix e procuro algo que chame minha atenção. Foi então que, pelas postagens que já havia visto no Tumblr, Se enlouquecer, não se apaixone me conquistou.


   A história fala de Craig, um adolescente normal de NYC que quer se matar. Ele vai até um hospital e pede para ser internado porque, obviamente, ele não quer MESMO morrer. Lá ele aprende como lidar com seus sentimentos, compreender os motivos que os levaram até lá e também compreende o egoísmo da vida (e como lutar contra ele também). Obviamente que tem uma menina por quem ele se apaixona e, mais óbvio ainda, é algo complicado, mas posso garantir que as coisas se ajeitam.



   O que transformou esse filme em uma peça tão única foi o motivo pelo qual ele quis se matar: a pressão que ele mesmo colocava em seu futuro. Eu me senti exposta no longa tantas vezes que, mesmo que não fosse nada sentimental, tive vontade de chorar. A vontade de ser o melhor, de chamar atenção, de ser incrível. Mesmo com uma família boa e amigos legais (completamente fora dos clichês, vamos combinar), Craig se sentia deprimido. 



  Os laços que o garoto criou no hospital foi outro ponto muito alto. Bobby (personagem interpretado pelo maravilhoso do Zach Galifianakis) me deixou com o coração na boca e eu cheguei a jurar que seria quase um A Culpa é das Estrelas da vida, mas não; foi muito melhor. Foi melhor porque pareceu real. Justamente por isso, muitas críticas disseram que o filme é água com açúcar e maçante, mas eu não poderia discordar mais.

   Não sou nenhuma crítica de cinema, mas fiquei bem feliz com esse filme. O livro que inspirou o filme se chama It's Kind of a Funny Story e o escritor Ned Vizzini se suicidou quatro anos depois de seu lançamento. Foi por causa disso que descobri que essa história foi inspirada em um momento da sua vida, uma vez que ele mesmo lutava contra depressão. E sinto muito terminar essa indicação com esse fato tão triste, mas é só um lembrete de que suicídio não é piada. Nem bobagem.
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11 comentários:

  1. Oii Bia!
    Eu amo filmes assim, que tem uma lição a passar. Depressão não é brincadeira mesmo, é algo muito sério e que se a pessoa perder o controle sobre a doença, acaba perdendo o controle físico do corpo também.
    Curti bastante tua descrição sobre o filme e já coloquei na minha listinha.

    Beijos!
    Blog Bianca Schultz

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  2. Amei! Tô curiosa pra assistir agora (mandei até o link pro meu namorado, pra ele não me deixar esquecer).

    Boa semana! Beijos, Menina Borboleta.

    meniborboleta.blogspot.com.br

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  3. Fiquei com medo de ler o final do post e ter spoiler, porque eu ainda quero ver esse filme. Eu também faço como você e assisto algo no netflix quando paro pra comer. Normalmente vejo um pedaço a cada refeição.

    Não estava conseguindo entrar no seu blog há um tempinho, depois vi que na URL tinha BR e não tem.
    Beijos!

    Chiquereza

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  4. Tô desejando muito mesmo ver esse filme. Já vi um pedacinho e senti bem isso que você disse, identificação. E eu não sabia disso do autor do livro... Que pena :c
    Beijos!

    claramenteinsana.com

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  5. ah to vendo esse filme em destaque no netflix e com certeza quero assistir, deve ser super legal!

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

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  6. Já quero assistir, amei a indicação, me interessei em ler o livro ♥
    www.charme-se.com

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  7. AWNNNNNNN Já tenho o próximo filme que assistirei no Netflix! hahaha E olha, Bi... Também tenho certeza que vou sentir vontade de chorar! Só de ler a sua resenha já me identifiquei, sabe? Acho que vou me sentir exposta que nem você e to até pensando se não é melhor deixar pra assistir com o Marcelo pra ele me ajudar a enxugar as lágrimas! hahaha

    Um beijo, Na
    http://www.hamburguesinha.com.br

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  8. Amo esse filme! Já falei dele lá no blog, já assisti na Netflix! É tão bom, o elenco é maravilhoso! E ele nos faz refletir de um jeito tão legal! É um ótimo filme, ótima indicação!
    bjss
    blogtrashrock.com

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  9. Não sei porque, mas quando assisti esse filme eu não consegui prestar muita atenção nele e até nem lembro da história direito (e fazem só algumas semanas). Vou tentar dar mais uma chance para ele, quem sabe, né?

    Beijos, www.bloguntilwedie.com.br

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  10. Bi, eu amo suas indicações! Sempre me identifico e fico ansiosíssima para assistir. Foi assim com as séries The Royals e My Mad Fat Diary, por exemplo. Agora, tô querendo muito assistir esse filme. Tenho o pressentimento que também me sentirei exposta no filme.
    A questão da pressão que sentimos, principalmente na adolescência, é algo que me incomoda e ao mesmo tempo é bem forte em todo mundo. Talvez em questões diferentes, mas mesmo assim a mesma pressão.
    Fiquei bem chocada com a história do escritor. Uma pena.

    Beijos.
    www.quaseprimavera.com

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  11. I felt exposed in the film so many times that even if there was nothing sentimental, I wanted to cry.

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