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Bianca Geisler

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   Eu nunca respondo tags, mas vou ter que abrir uma exceção hoje porque a linda da Helena me indicou e não responder é sacanagem. Vou aproveitar também e responder uma que a Bianca me tageou ano passado e acabei deixando passar (desculpa, Bi!!).
   MAS antes de começar, preciso da ajuda de vocês. A postagem seguinte a essa é sobre Dia Dos Namorados e uma parceria bem legal com a loja Gorila Club. Na verdade, é uma competição: a blogueira que conseguir mais audiência, ganha. Então, preciso que cliquem aqui aqui e aqui, me ajudando assim na campanha. Lembrando que vai ter postagem completa daqui uns dias, mas a ajuda começa agora. 
   OBRIGADA
   agora sim...

Regras:

1- Escreva 11 fatos sobre você;
2 - Responda as perguntas de quem te indicou;
3 - Indique de 11 à 20 blogs com menos de 200 seguidores (mas isso eu não vou fazer; quem quiser, sinta-se livre para responder);
4 - Faça 11 perguntas para quem indicar (pode responder as mesmas que fizeram para a minha humilde pessoa);
5 - Coloque a imagem que mostre o selo Liebster Awards;
6 - Coloque o link de quem te indicou.


Fatos

1. O que você espera de 2016 para seu blog?
Talvez que as pessoas venham no Não Gosto de Unicórnios para ver meus looks também? Talvez. Acho que não tenho nada em mente mesmo; vou escrevendo, buscando alcançar mais leitores sempre, só isso.

2. Já pensou em desistir do blog?
Já. Com comentários tipo "lindo post, parabéns", daqueles que você sabe que a pessoa não leu e só comentou para divulgar o blog dela, o amor vai diminuindo. Fico pensando se estou influenciando as pessoas, como sempre quis fazer, ou se é tudo só um jogo de divulgação. Isso me deixa desanimada, sabe?
Pergunta rápida: vocês acham que eu devo continuar com o blog? O que me diferencia? 

3. O que jamais deixaria de lado ou deixaria de fazer para viver para o blog?
Passar um tempo com meus pais, Deus e meus amigos. Minha vida social e espiritual precisam estar bem para que eu continue tendo prazer em viver para o blog também.

4. Seus conhecidos sabem que você tem um blog? Como fez pra contar pra eles?
Sabem. A maioria descobriu pelo facebook (quando agradeço comentários maravilhosos ou quando alcanço um certo número de visualizações), mas não é algo que eu fale sempre e para todo mundo. Não quero parecer a exibida egocêntrica.

5. Qual o maior sacrifício que já fez para/pelo o blog?
Deixar de lado a minha vergonha e postar fotos das minhas roupas.

6. O que você não gosta desse mundo de blog?
Que divulgação e números sejam mais importantes que a qualidade do conteúdo.

7. Quais são suas táticas para boa divulgação e captação de público?
Não acho que eu divulgue bem as coisas, então estou até aceitando dicas sobre esse assunto. Já na captação de público, eu acho que conteúdo diferenciado e escrever sobre algo que você gostaria de ver é uma coisa importante. Se é algo que você gosta, vai saber como se expressar e isso vai captar a atenção de quem está lendo.

8. Tem algum blog/canal que você se inspira?
Pior que não. Como não tenho tempo para acompanhar, vejo somente os blogs que retribuo comentários e os perfis legais sugeridos pelo instagram mesmo.

9. Qual foi o maior motivo que te inspirou a começar o blog?
Eu comecei com um blog de poemas. Simple Life era o nome. Mas depois os leitores começaram a pedir por postagens longas, sobre outros assuntos e foi aí que o blog ganhou forma. 

10. Se você pudesse deixar uma frase num outdoor para a divulgação do seu blog, qual seria?
"EU GOSTO DE UNICÓRNIOS" porque sim.

11. O que você mais se identifica com o blog que te indicou? Ele precisa melhorar algo? Se sim, o quê?
Eu adoro como a Helena se preocupa com o mundo. Adoro ler os textos que ela posta, incentivando o amor e a empatia e acho que isso é algo que eu me identifique bastante, porque gosto de encorajar atitudes melhores. Sobre melhorar, só acho que ela podia, sei lá, se mudar pra Porto Alegre pra gente poder sair por aí e ser melhores amigas PORQUE EU ADORO ELA.

Complete a frase





































   Por hoje é tudo, pessoal. Espero que gostem de me conhecer um pouquinho mais e NÃO ESQUEÇAM DE CLICAR NOS LINKS, OK? por favor.
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642 coisas sobre as quais escrever: 147

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Esse texto é uma continuação. Leia a primeira parte da história aqui.

   Foi aí que ele deixou de acreditar. Quando viu que ela estava aliviada, dispensando os convidados e recebendo abraços reconfortantes de seus pais, ele deixou de acreditar que haveria alguma coisa que pudesse fazer para mudar a cabeça insana de sua noiva. 
   A mulher tirou seu véu, olhou-se no espelho com um certo orgulho e rumou seu apartamento. Os presentes no chão da sala deviam ser desembrulhados por mãos abençoadas com alianças que combinavam, mas aquilo já não era possível. Deu uma rápida olhada na possível louça nova que não teria, nas taças de cristal que não comportariam o líquido mágico que a faria brindar aquela nova fase de confiança e desinibição e sorriu. Foi então que uma sacola chamou sua atenção e a desinibição pareceu um pouco mais longe da realidade: era uma sacola da fatídica livraria. Talvez fosse presente dele. Ela nem pensou na sua presença na igreja quando se dispôs a receber olhares de angústia, confusão e raiva. Ela nem lembrou que seus olhos fariam parte da massa que a julgaria por desistir do futuro planejado. Ela não recordou que ele, o homem que tanto desejou conhecer, estaria lá, ouvindo-a pedir desculpas. Ela não pensou nele, mas agora que a neblina passara, ela pensou.
   No pacote estava o nome de sua amiga que falecera de um ataque de asma terrível. Aquele inverno havia sido excruciante e, por conta da neve, ela sequer pudera comparecer no seu funeral. Franziu o cenho, pensando em como havia recebido o presente e em quanta coincidência ter sido comprado na livraria que ela conhecera o não-tão-possível amor de sua vida. Abriu a sacola e viu que era um livro de receitas. A amiga sabia de seus problemas na cozinha. Após um sorriso triste, notou que sentia falta de moça. Notou também que havia outro livro na sacola. Quando pegou-o, uma nota caiu de dentro e então a confiança também abandonou o brinde. A letra era feia, assim como a ansiedade que deixava seus pelos arrepiados.
   "Olá. 
   Você não sabe meu nome e eu tampouco sabia o seu. Descobri ontem quando, colocando as coisas de Anna em caixas, encontrei o livro de receitas com seu endereço e o convite de seu casamento. Procurei por fotos e vi que você era você. Talvez não recorde de mim e isso tudo seja bem constrangedor, mas nos encontramos algumas vezes na livraria onde comprei esse livro. No primeiro dia em que vi você olhando para mim, havia brigado com Anna e fui até lá para espairecer. Fiquei na dúvida entre dois livros e acabei escolhendo esse que estou dando para você hoje."
   Sem terminar de ler a nota, ela pegou o exemplar e leu o nome. Admirável Mundo Novo. Ela nunca havia o lido, mas sabia que era uma literatura parecida com 1984, de George Orwell. Sociedades organizadas de formas diferentes da qual conhecermos hoje e críticas sutis relacionadas à hábitos e política. Nada muito romântico, para falar a verdade.
   "Escolhi esse também, cinco anos atrás. Foi uma boa escolha, se me perguntar. Era algo mais racional, mais verdadeiro e era isso que eu precisava.
    Acredito que é isso que você precisa também. Os livros que você escolhia eram sempre romances impossíveis e casamento não é só isso. Casamento é um ato racional que pode ter sido movido por emoção, mas que só será consolidado e longo se os dois pensarem racionalmente e escolherem respeitar-se, amar-se e cuidar um do outro. Acho que era isso que Anna desejava para vocês, então senti que deveria comparecer na cerimônia. Espero que não tenha se importado, caso tenha me visto. 
   Desejo-te toda felicidade do mundo. De verdade.
   E muita coragem."
   Ela suspirou, dobrou o bilhete ao meio e colocou dentro do livro. Ele prestara atenção nela quando ia na livraria? Anna era sua namorada e motivo pelo qual ele não pôde sequer sentar e conhecê-la melhor. Não arrependeu-se, nem questionou a vida; simplesmente desejou ter mais coragem.
   Semanas depois de devolver os presentes, esquivar-se de perguntas maldosas e seguir sua vida, ela foi até a livraria procurar um livro. Admirável Mundo Novo era bom, mas ela ainda preferia seus romances. E lá, entre apostas que abriam os olhos dos protagonistas e acidentes que criavam amnésias e dificuldades em casamentos, ela o viu. Encarando dois livros e com um sorriso bonito, ele ainda era o mesmo que ela se lembrava.
    - Desistiu de ser racional? - Ela perguntou.
   - Oi. - Ele respondeu, surpreso. Parecendo desconcertado, largou os livros de volta na prateleira e acenou com a mão. - Como você está?
    - Estou me sentindo corajosa, então quer sentar e discutir sobre Admirável Mundo Novo? Preciso de algumas respostas.
   Ele sorriu, ela sorriu. E eles conversaram até notarem que talvez amor não seja sobre racionalidade ou emoção; amor envolve coragem e um pouco de coincidência.
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Cabide quebrado: patches

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    Vou começar essa postagem pedindo desculpa. Eu sei que minhas fotos não têm a resolução que vocês querem/merecem, mas é o que tenho para o momento. Sei também que as outras blogueiras sempre fazem uma maquiagem linda para os looks e eu trabalho sempre com a mesma coisa: nada. Queria dizer que é porque eu sou assim; é batom bonitinho, rímel quando estou no clima e eras isso.  Acho que o que estou tentando é pedir desculpa se não pareço produzida. 




































   O fato é que eu não sou produzida. Eu escolho peças que me sinto confortável, que acho bonito e saio com isso. Não postaria aqui coisas que não curto, que não indicaria para uma amiga usar e acho que é isso que vocês gostam em mim, não? Sou confiável, abraçável e acho que passo esse ar de "vamos ser amigas". Se essas não são as razões pelas quais você está lendo o Não Gosto de Unicórnios, então não sei MAS TÁ LIBERADO CONTAR OS MOTIVOS NOS COMENTÁRIOS.





































    Então, seguindo o princípio de tudo isso que disse antes, esse look é simples. Blusão fofo, calça com patches (que foi presente de dia das mães hahaha minha mãe me presenteou com ela, alegando que "ela não seria mãe se não fosse pela minha existência") e sapato MARAVILHOSO, PERFEITO, CHEIROSO. Olha, acho que não me apaixonava tanto por um sapato assim desde o Grunge. Esse Oxford é confortável demais, muito bonito e é da Quiz, marca aqui do Rio Grande do Sul mesmo.





































   Outra coisa muito legal é que esse look conta com a participação especial de um anel de falange presente da loja Ruby. Eu falei deles nesse post e acabei recebendo ele como mimo. Mais legal ainda foi receber um cartão escrito à mão, agradecendo pelo apoio e amor para com a loja. Só amores, né? Eu amei demais! Amei também meu cabelo nesse dia, então perdoa a foto seguinte, ok?





































Blusão: H&M
Calça: Riachuelo
Sapato: Quiz
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642 coisas sobre as quais escrever: 232

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   - Certo. Só respire fundo e acalme-se, por favor. - Falei. A noiva caminhava de um lado para o outro, incansável. Seu vestido branco era longo, mas ela não se embaralhava na hora de fazer as curvas. Fiquei tão fascinada que esqueci de ficar nervosa por ela. - Você quer conversar e me explicar o que está acontecendo?
   A moça estava pronta. Maquiagem, cabelo, vestido e sapatos. Porém, perto da hora da cerimônia começar, ela foi até a porta da igreja, deu meia volta, retornando para a sala na qual havia se arrumado e ficou inquieta. Pediu que todas saíssem de lá e eu, por estar procurando um arranjo errado entregue naquele cômodo, fui a escolhida para ter o prazer de ficar lá e vê-la surtar. Ela ainda estava decidindo se deveria confiar em uma florista.
   - Você sabe como tudo isso começou? - Ela me perguntou. Sentou-se no sofá Luis XV original e apoiou os cotovelos nos joelhos, encarando-me com os olhos marejados. - Você quer ouvir? Porque eu sei que pareço patética, mas é importante.
   E eu imaginei que fosse, por isso desisti do arranjo e me sentei no chão acarpetado. A cadeira parecia desconfortável e o chão era convidativo. Cruzei as pernas e esvaziei a mente, porque ela merecia a atenção que desejava. Porque, quando alguém diz que algo é importante, você dá valor.
   - Você não parece patética. Temos tempo. - Respondi, solidária. A noiva suspirou e ajeitou sua postura.
   - Eu sempre amei ler. Livros são tão bonitos e eu gosto do conforto que me trazem e era por isso que eu ia naquela livraria todos os domingos, na parte da tarde. O cheiro do café, de histórias aguardando para serem lidas... o cheiro de pessoas que gostam de imaginar, sabe? Não sei se isso faz sentido, mas não importa muito. Faz sentido na minha cabeça. - Sorri, sendo acompanhada por ela, que logo deixou a primeira lágrima cair. Devia ser importante mesmo. - De qualquer forma, com o passar do tempo, parei de ir lá somente pelo amor para com a literatura.
    - Você o conheceu lá. - Afirmei, imaginando a continuação da história.
   - Eu o conheci lá. Na primeira vez, ele estava encarando a prateleira com uma intensidade que beirava o cômico. Eu gostei disso nele. Segurando dois livros, seus olhos iam de um até o outro, indeciso. - Mais lágrimas, mais dor. Eu estava tão confusa. - Então ele pareceu sentir meu olhar e virou-se. Eu, obviamente, desviei na hora e corei terrivelmente. Encarei meu livro e dei um longo gole de café. E você nem imagina que - ela soltou uma risadinha leve, triste, que partiu meu coração. - estava muito quente ainda e eu tive que agir como se nada tivesse acontecido. Foi trágico. Tudo que sei é que ele foi embora naquele dia e eu não soube que livro ele escolheu porque não conseguia olhar em sua direção mais.
   Bateram na porta e ela secou as gotinhas de agonia. Ajeitou sua postura e esperou que alguém entrasse. Quando ninguém deu o ar da graça, só voltou seu olhar para mim e comentou um breve "a noiva sempre se atrasa". Aí suspirou e abaixou a cabeça. Acho que algumas coisas levam tempo para serem ditas porque é o mínimo que podem levar. Outras demoram ainda mais porque levam tempo, paciência, fôlego e força.
   - Ele voltava todos os domingos, assim como eu. Não conversamos. Nem uma palavrinha sequer. Até que ele sentou na minha mesinha e transformou aquele dia no dia mais... mais constrangedor da minha vida. Ele disse que via meus olhares, mas que já tinha namorada. Falou que eu era bonita, mas que de nada adiantava se eu não tivesse coragem. Antes de sair, ele acrescentou que o homem mais velho da mesa ao lado sempre me olhava e que eu devia dar uma chance a ele.
   Certo. Talvez aquele não tivesse sido a melhor primeira conversa, mas eles iam se casar, certo? As coisas tinham melhorado, por fim.
   - E eu dei. A tal chance. E agora ele está me esperando no altar. 
   Ah, não.
   - Meu noivo é o homem mais velho da mesa do lado, não o misterioso pelo qual me apaixonei irracionalmente. Mas adivinhe? Ele está aqui. O estranho sincero. Da livraria. Ele está sentado no último banco da igreja. Ele está aqui e eu notei que só estou me casando agora por medo. Medo de ficar sozinha. Medo de nunca ter coragem. Mas medo não vai me segurar nesse casamento, vai? Porque eu acho que não. O que eu faço?
   Naquele momento, eu soube que a vida é complicada e que eu era só uma florista. Olhando para a maquiagem borrada de uma estranha, notei que não sabia o que falar. Notei que flores eram realmente mais fáceis de se lidar do que humanos. Notei também que um arranjo trocado, assim como um oi não dito, pode mudar vidas.
   Notei muitas coisas mais, na verdade. E esta é a sala onde aconteceu.




Eu estava seriamente pensando em fazer uma continuação para essa história. O que acham?
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Cabide quebrado: jaqueta do vô

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   Todo mundo já deve saber que as temperaturas estão baixas aqui em Porto Alegre. Não sei vocês, mas eu amo essa clima de mãos geladas, de não-quero-sair-do-banho e de roupas legais. Acho que a verdade é que as pessoas tem mais opções de sobreposições de peças e isso dá um ar mais elegante, estiloso, então como não amar?




































   O look de hoje é um queridinho porque a) essa é a minha primeira calça branca (e, caramba, como é fácil de sujar, né? Mas até que estou gostando das combinações que consigo fazer com ela), b) essa blusa tem patches e essa é uma tendência que eu estou apaixonada e c) esse casaco é do meu avô. Além da cor ser muito bonita, os pelinhos de dentro são a melhor coisa da vida.



   O coturno é da Cravo & Canela e sim, eu tenho um igual, só que amarelo (que apareceu aqui). O meu amor por sapatos assim e pela marca fazem isso comigo e, se eu pudesse, teria um de cada cor. O legal de coturno é que eles me deixam um pouco mais alta e eu me sinto muito destemida usando eles, por alguma razão. 





































   Uma coisa que gostaria de deixar clara é que eu sei que não sou o padrão de corpo. Isso vai impedir que eu use algo que gostaria de ver outras pessoas usando? Não. E não deveria me envergonhar disso; de querer usar minhas roupas para expressar minha personalidade. 
   Você também não deve. 




































Calça: Renner
Blusa: Riachuelo
Jaqueta: Vô Lindo
Sapato: Cravo & Canela
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sapato brasileiro pode sim

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    Já contei para vocês sobre como amo sapatos? É verdade. Ano passado e o início desse ano foram marcos na minha vida estilosa de ser e por isso que é só agora que acompanho mais o que é tendência, o que acho agradável aos olhos (e de preferência ao bolso também) e o que desgosto. Foi recentemente também que deixei de lado aquela ideia que marca boa é marca internacional e por isso resolvi fazer uma postagem indicando as minhas marcas brasileiras favoritas.
   Queria dizer também que se vocês souberem de lojas que vendem sapatos metalizados, pode comentar aqui, ok? Estou LOUCA por um oxford prateado. Obrigada.
   
Cravo & Canela

                                                       Bota - Coturno - Tênis - Amarelo


Quiz


Yellow Factory
Insecta

Santa Lolla


Via Mia

Petite Jolie
Taquilla

Cut Out - Bota - Coturno - Monocular

E aí, conhecia alguma? Qual seus favoritos?
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18 casais que eu adoro: #10

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   Você precisa assistir todos os episódios de uma temporada para ter um shipp? Eu acho que só é necessário alguns minutos para saber se você vai amar um casal ou não e, no caso de hoje, eu só precisei do teaser.

Número 10: Claire & Joon Park

   Imagine ficar presa dentro da sua série favorita? Aconteceu isso com Claire. Apaixonada por dramas coreanos, a americana acaba indo parar em Seul, onde Dramaworld existe. No seriado, o chef Joon precisa se apaixonar por Seoyeon e é por isso que ela vai pra lá: para fazer com que a história tenha um final feliz e eles fiquem juntos. Como uma espécie de cupido. 
   O mais divertido é que os personagens não sabem que eles são só isso (personagens); em suas cabeças, aquela vida é real. Cada episódio conta com menos de quinze minutos (e no domingo agora estreará os dois últimos) e eu assisti somente os quatro disponíveis no site do Viki. Pelo que notei até agora, Claire vai se intrometer mais e mais na história, afastando o casal principal e colocando a si mesma no posto de main lead. 

   O que eu adoro é que Claire é muito como eu. Ela AMA dramas e gosta também desse amor bonito e simples, onde um simples beijo define o resto da vida. Ela é inocente, sonhadora e, céus, eu não poderia me ver mais nela. Além de obviamente ter certeza que surtaria demais se acontecesse isso de poder mudar o futuro da minha série favorita, eu gostei muito de uma frase que ela disse: "eu não sou a personagem principal nem na minha própria vida". Muitas vezes me sinto como ela e acho que é por isso que estou torcendo para que seja diferente dessa vez.

   Já Joon Park é o oposto. Depois de sofrer com o suicídio de seu pai e o desgosto de sua mãe para com sua profissão, o moço é instigante. Muitas vezes sendo indelicado, o chef está desesperado para ter alguém com quem se abrir e acaba vendo em Claire uma amiga. Em quatro episódios, eu já morri de ansiedade de ver mais momentos dos dois porque, honestamente, eu sei que ela pode ajudar ele de verdade.

   Até agora, sou só amores. A série é completamente diferente e vou continuar acompanhando para saber das tretas verdadeiras. Mesmo que Claire não salve Dramaworld, vou torcer para que ela tenha um final feliz digno de kdrama. E aposto que você, se clicar aqui e gastar meia hora vendo os episódios disponíveis, vai querer isso também.

E aí, gostou da dica?
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Não vou abaixar o som, mãe: Dean

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   Tudo que eu sei sobre o Dean é que ele é maravilhoso demais para ser de verdade. Além de lindo (tô sabendo que vou perder nessa discussão porque, aparentemente, muitas aqui não acham asiáticos bonitos O QUE EU ACHO BOBAGEM, MAS OK) e talentoso, o moço de vinte e três anos com carinha de dezessete é cristão e fluente no inglês. Por isso, acalmem o coração e não ignorem a postagem achando que é kpop.




































   Mas verdade seja dita: Dean é kpop. E aí que dizem "mas ninguém curte isso", porém é nesse momento também que tiro print do site da Billboard, onde o primeiro EP do moço ficou na terceira posição em World Albums Chart. Como rebater isso, sociedade? Não dá. Mas a história é que Dean ganhou visibilidade mesmo por suas músicas em inglês e pelas colaborações com rappers americanos e coreanos também. 




































   A ideia para o nome Dean veio do James Dean e essa analogia continuou no nome do EP dele: 130 mood. 130 era o número do carro de James, para quem não sabe. Ah, e o nome real dele é Kwon Hyuk (não que eu ache que alguém vá conseguir pronunciar hahaha) e sua paixão por rap começou ainda no ensino fundamental.



E aí, curtiu?
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Porcaria, a pipoca queimou: Se enlouquecer, não se apaixone

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   Eu até gosto de filmes, mas se tiver de escolher entre assistir um ou ler alguma fanfic, histórias de fãs sempre ganham. No entanto, quando estou preparando o almoço ou comendo, paro no Netflix e procuro algo que chame minha atenção. Foi então que, pelas postagens que já havia visto no Tumblr, Se enlouquecer, não se apaixone me conquistou.


   A história fala de Craig, um adolescente normal de NYC que quer se matar. Ele vai até um hospital e pede para ser internado porque, obviamente, ele não quer MESMO morrer. Lá ele aprende como lidar com seus sentimentos, compreender os motivos que os levaram até lá e também compreende o egoísmo da vida (e como lutar contra ele também). Obviamente que tem uma menina por quem ele se apaixona e, mais óbvio ainda, é algo complicado, mas posso garantir que as coisas se ajeitam.



   O que transformou esse filme em uma peça tão única foi o motivo pelo qual ele quis se matar: a pressão que ele mesmo colocava em seu futuro. Eu me senti exposta no longa tantas vezes que, mesmo que não fosse nada sentimental, tive vontade de chorar. A vontade de ser o melhor, de chamar atenção, de ser incrível. Mesmo com uma família boa e amigos legais (completamente fora dos clichês, vamos combinar), Craig se sentia deprimido. 



  Os laços que o garoto criou no hospital foi outro ponto muito alto. Bobby (personagem interpretado pelo maravilhoso do Zach Galifianakis) me deixou com o coração na boca e eu cheguei a jurar que seria quase um A Culpa é das Estrelas da vida, mas não; foi muito melhor. Foi melhor porque pareceu real. Justamente por isso, muitas críticas disseram que o filme é água com açúcar e maçante, mas eu não poderia discordar mais.

   Não sou nenhuma crítica de cinema, mas fiquei bem feliz com esse filme. O livro que inspirou o filme se chama It's Kind of a Funny Story e o escritor Ned Vizzini se suicidou quatro anos depois de seu lançamento. Foi por causa disso que descobri que essa história foi inspirada em um momento da sua vida, uma vez que ele mesmo lutava contra depressão. E sinto muito terminar essa indicação com esse fato tão triste, mas é só um lembrete de que suicídio não é piada. Nem bobagem.
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