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642 coisas sobre as quais escrever: 251

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   Eu ouvi que decepção amorosa se compreendia por uma dor na região esquerda do peito. Superando a enganação dessa teoria, notei que seria melhor se fosse uma simples dor no coração e não o caos que realmente foi. 
   Houve uma fincada em meu estômago, que logo se transformou em um grande buraco, fazendo com que todas as borboletas que eu colecionava quando ele falava comigo fossem embora, sem um aviso prévio. Elas o imitaram, para falar a verdade. Imitaram ele, que já não passava de uma memória distante. Teve também uma vontade peculiar de tomar banho; eu só queria poder sentir a decepção sendo tirada de meu corpo, junto com a água. Talvez me iludir também na ideia de que tudo ficaria bem depois que eu me secasse e voltasse pra cama. Meus olhos estariam vermelhos por conta do choro, mas eu poderia dizer que só havia caído xampu ali.
   Não faz sentido. Meus olhos deixaram a paixão escorrer. Em questão de segundos, saio da cama para me aventurar até a cozinha e penso estar bem outra vez. Não era verdade, mas ninguém precisava saber, porque por fora eu continuava a mesma. Por dentro, a tempestade estava destruindo lentamente as coisas bonitas que ele havia dito e todas as sensações novas que ele tinha me presenteado, mas ninguém precisava saber. 
   E ninguém soube. Ninguém soube como eu afundei a cabeça no travesseiro, solucei e senti até meus lábios ficarem quentes, de tanto que o desastre estava consumindo meu corpo. Ninguém soube que eu estava tão envolvida que acabei sem saber como voltar para a superfície em tempo de ver o céu azul mais uma vez. Eu morri afogada em um mar de um quase amor que resultou em nada. Ninguém soube que eu morri, então, consecutivamente, não souberam da minha mudança. Mas tudo bem. Não vou mencionar a confusão mental, nem os efeitos colaterais em meu sono, pois penso que, se alguém disse que uma separação só dói no coração, então querem manter essa visão.
   Seja como for, o tempo foi meio que minha amnésia. Não curou, como um antibiótico deveria fazer, porém fez com que eu me esquecesse. Acho que nunca superamos algo que já significou muito; nós só nos afastamos de uma rotina que passou a expressar nada além de passado. E não vivemos de passado, não é? Vivemos de expressões feias, palavras bonitas e uma decepção mascarada de promessa. 
   Mas essa é a minha verdade.
   Qual é a sua?
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Meu quarto

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   Fiquei bem relutante fazendo essa postagem. Apesar de amar MUITO meu quarto e estar bem satisfeita com as coisas novas que comprei/fiz, sei que meu quarto não é como o das outras blogueiras e não acho que estou preparada para críticas. Outra coisa que incomodou meu coração foi que normalmente esse tipo de post é feito em formato de vídeo, mas vocês sabem que eu não curto vlogs.
   De qualquer forma, resolvi falar do meu quarto hoje porque sim. Porque eu espero que amem tanto quanto eu. Porque queria compartilhar. Porque preciso deixar essa relutância de lado.

Penteadeira





































   Essa penteadeira é meu amor. Ganhei ela de 15 anos e sei que foi encontrada e barganhada em um antiquário aqui de Porto Alegre. Eu pintei ela nessa cor e preciso dizer que me arrependo de não ter mandado fazer um vidro para colocar em cima. Marcas de recipientes/garradas de água mancharam o móvel e não tenho paciência para pintar de novo. Então tirei a atenção das manchas com essas flores QUE EU AMO DE PAIXÃO. 
   Lembra que eu tinha comentado de fazer algo assim na parede nesse post aqui? Então, eu fiz. Como a parede é de gesso cartonado, tudo que precisei foi de uma faca e um sábado livre. Comprei as flores artificiais no centro mesmo. 
   Particularmente é um orgulho meu; o que acharam do resultado?

Roupeiro



   Já esse roupeiro saiu do Submarino e foi mencionado nesse post aqui antes. Ele é realmente pequeno, porém atende minhas necessidades tranquilamente. Eu me apaixonei por ele assim que vi e nem me importei que fosse branco. Vocês logo vão notar que ele é a excessão para os meus móveis: todos os outros são bem coloridos.

Cama




































   Ainda não conhecia a Bresolin, marca da cama, mas vi uns catálogos no site deles e me apaixonei. Eles produzem camas para crianças com escorregador e camas que imitam castelos e casinhas. Achei criativo demais! Fora que a cartela de cores é magnífica. 
   Eu sempre adorei essas bicamas estilo sofá. Como gosto de ficar sentada na cama lendo ou mexendo no computador, camas assim facilitam minha vida e minhas costas. Ah, e esse móvel também tinha sido mencionado no post de móveis online e chegou aqui em casa faz pouco tempo.

Space
   Sim, eu sei que estrelinhas que brilham no escuro são coisa de criança, mas eu sempre gostei e ainda não parei. Então, pensando nisso e no meu amor por Saturno, comprei umas bolinhas de isopor e tinta. Mesmo não estando pronto (e estando bem difícil de encontrar um foguete ou um astronauta pra pendurar ali também), gostei bastante do resultado.
   Eu sei que minhas paredes são bem nuas, mas isso não me incomoda. Não muito, pelo menos.

Criado mudo



   Antiquário somado com tinta e minhas mãos todas pintadas levaram esse criado mudo até aqui. Sei que no fim gastei cinquenta reais e valeu muito a pena pra mim, pois sempre estou tomando algo ou lendo um livro antes de dormir. Deixar essas coisas no chão, então, não seria interessante. 
   Como sou daquelas que ama um souvenir, vocês devem ter notado que meu quarto é cheio de coisinhas pequeninas e fofas. Vocês não concordam comigo que dá personalidade pro ambiente?

Quadro de cortiça





































































   Esse quadro de cortiça fica atrás da porta e esconde meus amores. Eu tinha comentado aqui que queria fazer isso na parede inteira, porém o dinheiro não deu. Esse pedacinho de cortiça foi sessenta reais e já foi o suficiente para que eu desistisse do número quinze da tag.
   Ainda sim, gosto bastante desse quadro e quem sabe no futuro não faça na parede inteira?


Sapateira

































   Vocês não pensaram que eu, com toda a minha paixão por sapatos, ia conseguir enfiar tudo naquele roupeiro de duas portas, não é mesmo? Pois não. Essa sapateira é maravilhosa pelo simples fato de suportar trinta pares e servir de espelho de corpo inteiro. Ótima para fotos do look e para manter a bagunça organizada. 
   As mataioskas servem pra não deixar aquele canto ali muito MUITO muito clean.





































Então, é isso. Meu quarto é simples, sem nada de WOW, mas eu o adoro. E você, o que achou?
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Boyband fashion

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   Por alguma razão que desconheço, gostar de boybands nunca foi visto com bons olhos. Bandas formadas por garotos (que dançam/se vestem igual ou não) é sempre associada com garotas histéricas e marketing exagerado. E pode até ser que esses dois fatores estejam envolvidos na equação, mas quero focar em uma parte fundamental que muitos ignoram: moda.
   Independente de ser exaltada por todos ou por ninguém, boybands me influenciam e resolvi então juntar meus favoritos e falar um pouco sobre as peças que eles usam e que eu desejo com a intensidade de mil sóis.

GDragon, Big Bang



































GDragon é um dos artistas internacionais mais influentes da vida e por isso tinha que ser o primeiro da lista. Eu quero muitas peças do closet dele (que deve ser do tamanho da minha casa, aliás), especialmente os sapatos que ele usa. Nesse caso, esse sapatinho pouco brilhante é da coleção feita por Giuseppe Zanotti em associação com o pobretão aí e você pode adquirir um pelo preço básico de um rim. Ou mil dólares. 

Harry Styles, One Direction






























Harry Styles, o queridinho do pop, tem aparecido por aí com uns conjuntos maravilhosos da Gucci. Eu adoro peças florais e estou morrendo por um blazer, então esse look foi meu favorito, mas olha que muitas pessoas acharam que a estampa era parecida com aqueles de sofá estofado da casa da vó, sabe? Eu discordo.

Hanbin, IKON
Nunca se sabe o que esperar de Hanbin: ele já apareceu numa premiação com as calças viradas e fez um show com as calças ao contrário (tipo, o zíper na bunda e os bolsos traseiros na parte da frente). De qualquer forma, ele calou as críticas com esse look; vamos combinar que até parece um ensaio fotográfico quando, na verdade, ele só estava no aeroporto. Fiquei desejando MUITO esse suéter, ainda mais com essa camisa branca por baixo. Ah, e esses óculos foram um bônus!

Connor Ball, The Vamps



































Desde que a saia colegial voltou, eu fiquei amando essa estampa xadrez. Não encontrei nenhuma saia que ficasse bem em mim, mas não pude deixar de notar que fica muito legal em calças também. Onde será que vende?

V, BTS
Suspensório apareceu bastante na história de BTS - banda que amo de paixão e que vocês podem pesquisar depois (ou pedir por post; farei com o maior prazer do mundo). Mas foi só agora que eu parei para desejar, uma vez que soube que na Forever 21 tem uns bem baratinhos. Acho que o suspensório deixa o look divertido e tem aquele extra de segurar a calça, então vale a pena.

Joe Jonas, Jonas Brothers



































Eu tenho estado apaixonada por camisas. Adoro o fato de ser pratico, uma vez que você pode desabotoar as mangas e puxar pra cima ou colocar pra baixo e ficar mais aquecida. Joe Jonas parece amar tanto quanto eu, por isso precisei até fazer uma segunda montagem para expor a maravilha que são as escolhas dele. Claro que eu não tenho cacife para pagar por uma Givenchy, mas dá pra sonhar.


Justin Timberlake, 'N Sync



































Bandanas não estão mais na moda, mas a atrasada aqui está desejando uma agora e não encontra em lugar algum, infelizmente. De qualquer forma, na época do Justin lindo de cabelo cacheado, as bandanas eram rotina e representavam o lado mais gângster do grupo. No meu caso, acho que usaria mais no pulso e no pescoço, mas vale no cabelo também. 


   Moda é escolha, não rótulo. Eu posso usar peças masculinas e não vejo problema algum em meninos usarem peças femininas também. Mas o que você acha? Deixe sua opinião aí e, se quiser, pode deixar o rim também para me ajudar a pagar por essa lista toda. 
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642 coisas sobre as quais escrever: 255

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   Eu o vi.
   Parado em frente a prateleira de enlatados, ele procura atum. Ele não sabe, mas não há mais do seu favorito. Sei disso porque peguei a última peça, pensando que o cheiro daquele óleo e o gosto dos pedacinhos do peixe me fariam lembrar de quando ele ainda morava comigo e de quando ainda nos amávamos. Pensando no quão bobo aquilo soava, dei meia volta e fui devolver o enlatado. Mas aí ele estava lá, com a mão no bolso do casaco, segurando uma cestinha vazia e eu não consegui respirar. 
   Seu cabelo está diferente e os sapatos são novos, porém aquilo não muda minha visão das coisas. Dali, vendo seu perfil, analisando seu desapontamento pelo atum, tenho vontade de chorar de novo. Quando deixamos de amar alguém? Quero dizer que o sentimento nunca mudou para mim. Eu sempre o amei e ainda amo. Dali, vendo suas mãos pescarem outra marca para substituir seu favorito, me pergunto se ele ainda dorme com as pernas em cima de alguém. Será que ele ainda lava a escova, coloca pasta de dente e depois molha mais uma vez antes de começar sua higiene? Será que ainda odeia o cheiro de casa fechada? Será que ainda toma banho com a porta aberta e sai molhando o chão? Será que ainda gosta de tomar um copo de leite assim que acorda? Será que ele ainda é o mesmo que dividiu a cama comigo por anos? Não sei, mas ele ainda gosta do mesmo atum e talvez isso signifique algo.
   Eu não o odeio. Van Gogh ingeria tinta amarela alegando que a felicidade deveria vir de dentro para fora; será que amá-lo não era a mesma coisa? Van Gogh comia tinta. Algumas pessoas se drogam, outras ignoram seus sentimentos e eu só dedicava meus minutos para ele. Cada um com sua maneira de tentar viver, de tentar ser feliz. Por isso, eu não o odeio. Não odeio porque, se a tinta amarela tivesse vontade própria, talvez gritasse que seu lugar era nas paredes dos prédios e não nas paredes internas dos órgãos de um cara maluco. Não o odeio porque não poderia desejar controlar suas vontades. Não o odeio porque, mesmo o amando, algo mudou e ele não me quis mais. Não o odeio então. Mas isso não diminui a dor.
   Ele olha e procura por outros enlatados enquanto eu o encaro. Como pode anos e anos se passarem e, de repente, você não sabe mais nada sobre a pessoa com quem se casou? Como pode você gostar do mesmo atum, mas não da mesma mulher? Como pode?
   Ele vai embora e eu continuo ali, encarando o vazio. Ele está tão bonito. Será que usa o mesmo perfume? Acho que dedicar meus minutos para meu ex-marido não adianta mais. Quando a lágrima escorre, largo o atum onde ele pertence e saio dali. Preciso tentar algo novo, pois sentir pena de mim e amar quem não me ama não está funcionando mais.
   Onde fica o corredor de tintas?  
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Lábios protegidos

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   Meus lábios não são daqueles que se quebram facilmente, mas não dá pra deixá-los a mercê do azar, então um protetor labial é sempre bem-vindo. Uma informação muito relevante, que eu não sabia até escrever sobre esse assunto, é que protetores labiais são importantes em todas as estações; não só no inverno, como muitas pessoas pensam.

Carmex



































Carmex é aquele protetor labial que todo mundo conhece. Mas conhecer é diferente de experimentar e foi por isso, por essa curiosidade, que eu comprei e BAAM não gostei. Esse lip bala arde um  pouquinho e deixa os lábios grudentos demais, fora que o cheiro dele não é muito agradável. No aspecto hidratação, porém, não deixa a desejar, pois os lábios ficam mais macios sim.


EOS



































E depois do drama no processo por aparentemente ter causado alergia em consumidoras, o lip balm bonitinho da EOS foi julgado inocente. E eu realmente não tenho o que reclamar dele: a hidratação acontece como deveria, não é grudento, é inodoro e fácil de guardar, pois ocupa pouco espaço. Eu normalmente o aplico de hora em hora e é muito importante dizer que, depois de aberto, sua validade é de três anos, viu? 

Maybelline



































Tive que deixar meu favorito por último e dizer que quando começou sua divulgação, fui aquela que torceu o nariz, duvidando da qualidade. Quebrei a cara e hoje o uso sem reclamar. De qualquer forma, esse Baby Lips é uma dádiva divina por motivos de, além de ser um hidratante labial, ele deixa uma corzinha adorável e natural nos lábios. Para mim, ele tem cheiro de morango, mas é algo discutível: não me peguem por referência porque sou terrível em identificar odores. Outro ponto positivo é seu preço: paguei dois dólares quando o dólar ainda era dois e pouco. Aqui no Brasil ele custa uns dez reais.

E você, qual usa? Quais são seus favoritos? Diz aí.
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Móveis online

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   Quem me acompanha no instagram (@blognaogostodeunicornios), notou que eu tenho perguntado sobre tour no quarto. Você gosta, por exemplo? Tenho pensado em mostrar como está o cômodo, uma vez que os posts 18 falam de coisas que eu desejo fazer relacionado com decoração aqui em casa e muitas delas já foram colocadas em prática. Ainda sim, estou com um pé atrás: será que vão gostar? Será que um post assim seria legal?
   Mesmo que a "tour" não saia, resolvi separar minhas lojas favoritas para móveis. Fiz uso de várias delas na construção da identidade do meu quarto que escolha de palavras, hum? e adorei muito, por isso precisei indicar. Espero que gostem!

Lojas KD

Madeira Madeira

Mobly

Oppa

Submarino

Tricae

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18 casais que eu adoro: #11

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   A tag 18 casais está de volta e, para comemorar, esse vai ser o primeiro casal não-fictício. Quem melhor para representar os casais adoráveis por aí se não os Fletcher?    




   Tom Fletcher, membro da banda mais querida da vida (aka McFLY), conheceu sua esposa na escola, aos treze anos. Era o primeiro dia dele na nova escola e eles logo tornaram-se melhores amigos e começaram a namorar, só que terminaram um tempo depois. E voltaram. E casaram em 2012 numa cerimônia adorável. Aliás, você já deve ter visto o discurso de casamento do Tom; se não viu, clica aqui.

   Depois de sete anos de namoro, uma música composta para sua amada (já ouviu All About You? Então, é pra Gi) e um ano e pouco de casamento, veio a notícia da primeira gravidez da moça. Buzz nasceu em março e ganhou até um vídeo viral no youtube de presente do papai. Muita gente já se emocionou e comigo não foi diferente; acho até que as lágrimas foram também devido ao nome. Buzz, galera. BUZZ!



   E ano passado, anunciado no mesmo meio, descobrimos que Buzz teria companhia: Buddy! O segundo filho do casal nasceu em fevereiro desse ano. Juro que não aguento com as fofuras que o Tom posta no instagram, assim como a Gio. Onde assino para ser adotada por eles?



   Por ser um casal real, não sei muito sobre a vida deles de verdade. Tudo que sei é que a Gi é escritora incrível e que o Tom é um baita músico; que os vídeos e fotos dos dois/quatro são adoráveis demais para ser desse mundo e que a história deles parece coisa de filme. A criatividade do Tom e a personalidade tranquila da Giovanna só me fazem pensar que eles devem ser o casal mais shippável do mundo. Acho que só seria melhor se o Tom SAISSE DESSA VIDA DE VLOGER E COLOCASSE A CARA NO SOL COM O MCFLY mas tudo bem. A gente supera.





































E aí, já conhecia eles? Gosta de McFLY? Diz aí.
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Melissa Grunge

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   Minha paixão por roupas masculinas começou com minha mãe. Ela é uma nanica de 1,51m que adora coisas diferentes. BEM DIFERENTES. Bem diferentes mesmo. Foi ela quem me levou no lado masculino das lojas e me fez notar que as estampas das camisetas eram mais divertidas; que as camisas sociais ficariam legais com um short jeans; que os sapatos fazem meu estilo. Foi numa dessas que aprendi que não existe gênero para roupa. 
   Pensando nisso, a Melissa lançou uma preview da coleção inverno 2016 genderless (sem gênero definido, no caso) e não pude deixar de me apaixonar pelo grunge, sapatinho esse que não sai mais dos meus pés.




































   Como sabem, a Melissa trabalha com plástico e a primeira coisa que meu pai disse, depois de olhar o grunge com cara feia, foi "não vai machucar não?". Confesso que nem me importaria se arrancasse meu dedo fora, pois eu estava procurando um sapato desse jeito fazia um certo tempo. Mas para minha surpresa, ele não machuca e é muito confortável. Muito mesmo. Dá pra usar com ou sem meia, mas eu prefiro fazer uso da mesma porque, caso contrário, faz um barulho bem engraçado quando caminho.




































   Outra coisa legal é o detalhe: esses zig-zag são fofos e o M da marca também participa desses aspectos minimalistas interessantes. Ah, e como se não bastasse tudo isso, o sapato me deixa mais alta ainda! É perfeito demais.

   Respondendo a pergunta que nem precisou ser feita de fato: sim, o grunge vale os R$170,00 que paguei. Além de muito estiloso, é confortável e pode ser usado com tudo e em todas estações. E, se não acredita na minha palavra, passe em uma loja Melissa e experimente-o. As vendedoras são atenciosas, estilosas e o ambiente é bem agradável; fora que sempre toca música boa lá.

Revisando então...
 Nome: Grunge
Marca: Melissa
Preço: R$ 170,00
Pontuação: 9/10
Onde comprar: MelissaPortinhola 
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Não vou abaixar o som, mãe: Raleigh Ritchie

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   Aparentemente a indicação de hoje é mais conhecida por seu papel como ator, mas como eu nunca assisti o seriado que ele participa (ele é o Grey Worm de Game Of Thrones), Raleigh Ritchie vai ficar mesmo no Não Vou Abaixar O Som, Mãe.




































   Aí você pensa, "tá, mas como você encontrou ele então?". Simples: Vine. Eu já disse que Vine é um ótimo aplicativo para conhecer música nova, não é mesmo? Naquelas edições de fãs, as músicas de fundo normalmente são bem desconhecidas e ótimas. E foi numa dessas que ouvi Bloodsport e conheci Jacob Anderson, que vai pelo nome artístico de Raleigh Ritchie. Ele tem 26 anos e é de Bristol, Inglaterra.


   Raleigh/Jacob já lançou três EP's, mas seu primeiro álbum mesmo vai sair no final de fevereiro desse ano. You're A Man Now, Boy conta com muita baladinha, muito sotaque perfeito e single de mesmo nome. As músicas já estão disponíveis no canal do youtube do cantor e, juro, foi impossível não se apaixonar por todas as canções. A delicadeza das letras e das melodias são quase que tangíveis e difícil mesmo foi escolher uma favorita.


E aí, você já conhecia ele? O que achou?
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t-shirt again

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   Se tem uma coisa que eu sou apaixonada, é tshirt. Fiz um post assim um tempo atrás e, por mexer no insta direto (aliás, SEGUE O @blognaogostodeunicornios NO INSTAGRAM e ganhe um beijo) e acompanhar gente pra lá de estilosa, acabei conhecendo lojas maravilhosas que preciso indicar.
   Apesar de nunca ter comprado em nenhuma delas, li comentários de compradores de todos os sites indicados e posso dizer que são confiáveis. A dificuldade para eu comprar agora e ter minha própria experiência com essas lojas está em convencer meu adorável pai - que nunca teve um celular na vida - de que comprar roupa pela internet é sim seguro e dá certo. Ou seja, rezem por mim enquanto não arrumo um emprego e consigo pagar pelo meu próprio consumismo/necessidades. 

Wear Ever

Zefo

Dollhouse Store

Yah!

Tok Fashion

Saloon 33

NM Camisetas

Ruiz Clothing
Pelican Fly

WAD*
*a WAD é uma loja de produtos cristãos e podem esperar post sobre os acessórios deles também, porque é um mais incrível que o outro*

T-shirt Factory
Onyx
Ethus

Asian pop
787 Shirts

Pink Vanilla

Cam Shirt
Ziovara
Unicorn - Planetas Russian Famous - Anti 

Pyramid

Heavy Days - Strawberry - Pug - Unicorn


Wrong Way

Milk - Princesa Caroço - Alien - Artêmis


Touts
Walker & Son
Mother - Trouble - Formation - Coffee


Conhecia alguma dessas lojas? Já comprou em alguma? Diz aí!
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