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Intercâmbio: Retrospectiva

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   Se você acompanha o blog, sabe que eu não sou bem o tipo de blogueira que posta look do dia ou que fala muito da vida pessoal, então acabou que meu intercâmbio ficou em segundo plano aqui. No entanto, agora que está acabando, resolvi compartilhar meio que uma retrospectiva da minha viagem.
   Eu fiz posts falando sobre como tudo começou, application, visto/passaporte, minha viagem para New York City, sobre comida e sobre coisas aleatórias que eu pude notar vivendo aqui, no entanto se você tiver alguma dúvida, sinta-se livre para perguntar. Caso se sinta mais confortável mandando email ou algo mais pessoal, meus dados estão aqui.

Escola
→ Escola era das 07:50 até às 15:24. O almoço era das 12:04 até às 12:57.
→ Entre as aulas, eu tinha cinco minutos para chegar na próxima sala.
→ Mesmo que não tenha uniforme, as regras sobre roupas era rígido.
→ Eu tinha que pagar três dólares pelo almoço, mas a comida era ruim demais então eu levava de casa.

Amigas
→ Estou indo para a Alemanha ano que vem. Obrigada, Susi (aka big sis).
→ Ivory (aka panda) é do Vietña, Susi (aka big sis) é alemã, Jackalynn e Shelby são americanas e a Rechel, menina da última foto, é da China.

Halloween
→ Para o Halloween eu fui uma princesa zumbi amigável.
→ Minha abóbora diz "estação errada, eu sei. Mas, de qualquer forma, feliz Halloween". É que eu acabei pintando flores e tal, e isso é primavera não outono, que era a estação aqui na época.

Natal

→ Eu que montei essas árvores de Natal da foto.
→ Esse cartão de Natal da minha família daqui era uma foto minha e dos meus irmãos. Eles estavam segurando espingardas e tinha um letreiro dizendo "fique longe da nossa irmã".
→ Eu e meus irmãos estávamos usando onesies na manhã de Natal, mesmo sem ter combinado.

New York City
→ New York City foi maravilhoso, mas quero voltar quando for verão aqui, porque estava frio demais.

Neve
→ Só nevou depois do Natal.
→ Perdi uns dois dias de aula por conta da neve. Os dois dias foram uma segunda-feira.
→ É difícil demais fazer bolas de neve.

Meu aniversário
→Eu tive uma festa surpresa de aniversário com meus amigos. Minha mãe fez brigadeiros, branquinhos e comprou Guaraná de uma loja na California que vende coisas brasileiras.
→ Meu aniversário foi na segunda, então foi basicamente um final de semana de comemoração. Teve meu primeiro show (festival Winter Jam) e meu primeiro jogo de basquete profissional.

Spring Break
→ Spring Break é uma semana só. Fomos para Silver Dollar City, que é um parque de diversões incrível, onde alugamos uma casa e tudo mais.

Zoológico 

Aquário
Paguei quase vinte dólares para entrar nesse Aquário e, mesmo que tenha sido muito legal, não valeu o dinheiro gasto.

Prom
→ Eu fui no baile só com amigas porque o menino que ia comigo começou a namorar uma outra menina e ela surtou quando descobriu que ele ia comigo.
→ No baile teve essa cabine fotográfica e eu passei mais tempo lá do que na pista de dança porque as músicas eram ruins. Eles gostam demais de Drake pro meu gosto.
→ Você não aluga vestidos aqui. Em hipótese alguma. Só tem como comprar.

Formatura
→ Esses chapéus são feios demais, mas ficam bem presos na cabeça.
→ Você também tem que comprar a toga. Não tem como alugar.
→ A minha formatura durou menos de quarenta minutos e minha mãe pode assistir por Skype. Obrigada, host mom.

   Se me perguntassem se foi uma experiência boa, eu não pensaria duas vezes antes de dizer que sim, mas que você tem de aguentar suas consequências quieta. A saudade bate, muitas vezes você ficará triste por errar alguma coisa no idioma e você não tem muita liberdade, porém fiz amizades incríveis, visitei lugares maravilhosos e aprendi muitas coisas que vou levar para o resto da vida.
   Amanhã estarei voltando para o Brasil, no entanto fico cinquenta por cento feliz e cinquenta por cento triste: vou estar voltando para casa, para minha família e amigos, mas estou deixando outra casa, outra família e outros amigos para trás. 
   De novo.

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Não vou abaixar o som, mãe: Mark Forster

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   Fazer um intercâmbio e morrer de saudade de casa possui seus pontos positivos: você conhece o mundo. Sendo amiga de uma menina do Vietnã, da Alemanha e da China (além dos americanos), eu conheci muita música nova e esse homem que vou indicar hoje vai sair um pouco da minha rota britânico/americano/americano/britânico. 

"Você fecha os olhos quando nos beijamos e me diz que infelizmente temos que fazer isso; o último trem está saindo. Vamos lá, vamos para o skype novamente mais tarde;
Eu adoraria ir com você."
- Zu Dir

   Mark Forster é muito lindo e muito talentoso e, mesmo que eu tenha jurado de pés juntos que não gosto de rappers, ele me mudou meus conceitos. Eu aposto que você não vai entender uma palavra que ele fala, aliás; bom, você vai, se souber falar alemão. Mark nasceu na Alemanha em 1984, ou seja, ele tem trinta e uma primaveras completadas. Não parece, né?
   
"Você sai por cinco minutos e é como dez anos de prisão (...) E desde que você chegou, todas as luzes estão acesas. Você faz com que eu não consiga mais dormir. Eu nos vejo na velhice, com cabelos brancos e barriga grande. Me encante mais uma vez, como se fosse a primeira vez." 
- Flash Mich


   Mark era pianista em uma banda chamada Kurt Kromer e, de 2007 até 2010, esse era o trabalho dele. No entanto, em 2012, ele lançou o primeiro disco como cantor e Karton (o título do cd) ficou nas paradas alemãs em altas posições. Seu segundo cd, o Bauch und Kopf,  foi lançado em 2014 e fez mais sucesso que o anterior, afinal o primeiro single, intitulado Au Revoir, ganhou prêmio da Billboard ano passado. 

"Não há nada que me mantém aqui. Esqueça quem eu era, esqueça meu nome. Isso nunca vai ser como era antes. Eu vou embora; adeus"
- Au Revoir






E aí, gostou?
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18 casais que eu adoro: #17

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   A ausência da minha vida amorosa é substituída por livros e todo mundo sabe disso. No entanto, um livro nunca me deixou tão maluca quanto esse e eu posso até estar falando deles como casal, mas que eu queria um príncipe desses para mim... ah, eu queria.

   Número 17: América & Maxon


   Como eu já estou de férias (lembre-se que estou nos Estados Unidos e aqui é o oposto do Brasil) e não tenho nada para fazer, resolvi baixar livros. Umas amigas haviam comentado que A Seleção era um ótimo livro e tudo mais, mas eu acabei ignorando a indicação por meses. Até essa semana, quando tudo mudou.
   Ainda não fiz resenha no blog (porém pretendo) mas a história é sobre uma artista da casta sete e um príncipe da casta um. Ele precisa de uma esposa e por isso acontece uma seleção: trinta e cinco mulheres vão para o palácio para que ele possa escolher a moça que será sua princesa. Maxon é o legítimo príncipe e América é a legítima maluca impulsiva. E é nesse meio que você se apaixona por eles. 


   Como comentei antes, fazia muito tempo que eu não ficava maluca por um livro do jeito que fiquei louca por esse. Não sei o motivo, mas a trilogia acabou com meu coração. Foram três livros em três dias e eu só larguei o livro para comer, ir no banheiro e dormir. Na verdade, nem dormir eu consegui na primeira noite; eu terminei o primeiro livro umas duas da manhã e decidi que tentaria ir para cama, mas acabei que tive que começar o segundo. Fui dormir às quatro e meia.
   Kiera Cass, a autora, soube muito bem como construir a relação deles e por isso que eu amei tanto. A trilogia é uma continuação, como se fosse parte um, dois e três. Então, até o final de A Escolha (o terceiro livro), você não sabe qual a decisão do Maxon e deve ter sido isso que me fez surtar. A relação deles também não ajudou, uma vez que América estava apegada em Aspen, seu primeiro amor. E Maxon estava apegado na decisão que ele tinha que fazer. No final de A Elite (o segundo livro), porém, eles já estavam pensando mais no sentimento que nutriam um pelo outro do que qualquer outra coisa.

*esse desenho acabou demais com meus sentimentos, porque é exatamente assim que eu imaginei Maxon*

   quase SPOILER 
   Eu fiquei muito irritada com Maxon diversas vezes. Eu entendo que ele devesse olhar as outras competidoras e pensar nelas como possíveis esposas, no entanto ele não precisava beijá-las quando declarava seu amor pela América. Achei que esse sempre fora seu erro por isso só fazê-la duvidar do seu amor. Ela, por outro lado, não precisava ficar interpretando toda coisinha que ele dizia ou fazia; ela devia ter ido lá e, como a moça independente e forte que ela sempre mostrou ser, ter dito que o amava. Isso teria mudado tudo - mas como é um livro, precisava de história, né?


   A Warner Bros comprou os direitos do livro então sim, pode comemorar que A Seleção vai virar filme. Enquanto eu penso no Freddie Stroma como Maxon e na modelo Audrey Hollister como América (só porque ela foi a modelo da capa dos livros mesmo, nada especial), muitos têm opiniões diferentes. Sem data prevista nem elenco, o filme é muito aguardado por mim e por milhares de leitores. Mas e você, ficou animada também?
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Porque ele era dela

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  Ele chegou em casa quando já era tarde demais. Ele entrou pela porta quando eu já não aguentava mais criar motivos para ele ter se atrasado. Ele atirou sua gravata no sofá quando eu já estava me levando do mesmo móvel. Ele sorriu para mim quando eu já não estava feliz. Ele tentou me beijar quando eu já havia sentido o cheiro dela. Ele era ele quando era meu, mas agora ele era dela também.
   Eu sentia falta dele. No início nossa relação era invejável, mas, veja bem, o que um dia fora invejado, hoje era motivo de pena. Todos nos viam como exemplo, porém não passávamos de pobres coitados que haviam se enganado e que haviam errado. Erros catastróficos, no entanto eram erros como os de qualquer um. Nos casamos cedo demais e o amor se esvaiu como folhas seguindo o curso natural das estações e abandonando os galhos. Assim como as árvores estavam nuas, eu também me sentia assim quando o via. Porque ele me conhecia. Porque não havia nada que me escondesse, porque ele era ele. Porque ele era o homem da minha vida. Porque ele era meu. Mas agora ele era dela também.
   Era engraçado que eu sentia muito falta dele na cama, porque dormir naquele quarto enorme sozinha era assustador. Mas quando ele vinha, parecia que era demais. Era sufocante, era agonizante, era como tentar respirar debaixo d'água. O quarto que era vazio sem ele, se tornava pequeno para seu ego, para suas mentiras, para nós quando ele chegava. Ele me beijou e foi para o quarto. Não se explicou, nem me olhou nos olhos. Beijou-me e virou as costas. Eu poderia reclamar da peça que ele havia deixado no sofá, porém era desnecessário. Antes ele era meu, mas agora ele era dela também.
  Quando ele fechou a porta, eu notei que eu seria considerada egoísta. Que seria considerada idiota. Quando ele fechou a porta, eu soube que era o fim porque notei que preferia estar sem ele e sobreviver com saudade, flutuando em um mar de solidão do que me afogar na sua presença vazia. Porque ele era meu antes, mas agora ele era dela também e eu não suportava aquilo.
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Review: Instax Printer sp-1

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   Depois da Fujifilm que imprime a foto na hora, uma câmera no estilo Polaroid ficou mais que na moda. Mesmo que seja muito legal, a Instax mini tinha um defeito que impedia a qualidade das fotos serem as melhores, onde o flash era sempre disparado; fora que você se arriscava com a foto, sem possibilidade de decidir qual foto você realmente queria imprimir.
   Com isso, comentei uns posts anteriores que fiquei com vontade de comprar uma Polaroid Z2300. No fim, pensei que a qualidade da câmera também não era das melhores, e, como já havia investido bastante dinheiro em um iPhone 5S, cuja câmera é de uma qualidade superior, resolvi-me pela Instax Pinter SP-1.


Quanto custa?
   Essa pequena impressora me custou cento e cinquenta dólares numa promoção e é o meu mais novo xodó. O filme é o mesmo que o da Instax mini, aliás; você meio que paga um dólar por foto impressa.


Como ela funciona?
   Primeiro você baixa o aplicativo da Instax no seu smartphone e escolhe uma foto. Depois, liga a impressora e procura conectar com ela usando o wi-fi. A impressão é feita assim que você aperta o "ok", depois de ter recortado a foto do jeito que queria. Dez segundos depois, você tem sua foto com o efeito que quis e da maneira que quis.


Vale a pena?
   Eu adoro fotografia. Paisagens, prédios, pinturas, eu adoro trabalhar com isso. Associando essa paixão com o meu outro amor por coisas mais "antigas", essa espécie de Polaroid é perfeita pra mim. Posso ter pago um pouco mais do que pagaria por uma Instax mini, mas a qualidade é melhor (ainda não é perfeita, mas vale o preço que você paga) e é mais fácil de levar quem se gosta na carteira ou onde eu quiser.


Onde comprar?
   B&H - Mercado livre - Urban Outfitters - Amazon - Ebay

E aí, o que achou?
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18 coisas para o meu apartamento: #17

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   Uns posts atrás eu apresentei a tag '18 coisas para o meu apartamento' e, se você não leu (vergonha de você; vá clicar no link ali e ler) eu falei um pouco sobre os objetos legais e diferentes que eu queria para a minha cozinha. Hoje, saindo dos aspectos pequenos, vou falar sobre outra coisa que eu quero muito fazer: uma divisória de nichos.

   Número 17: Divisória de nichos.


Nichos de tamanhos diferentes
   Nichos de tamanhos diferentes podem ajudam a deixar o ambiente menos "certinhos". Preencher as prateleiras com livros é uma ótima decisão e provavelmente é o que eu vou fazer no meu apartamento também. 
   Aliás, eu quis muito fazer essa "parede de prateleiras" porque, vendo os ambientes assim, me pareceu que deu uma maior abertura no cômodo. E eu, como boa acumuladora de coisas bonitinhas mas sem função, amo prateleiras/nichos no entanto não curto muito a ideia de furar a parede. Então, levando essas coisas em consideração, nada melhor que essa divisória.

Nichos sem ser até o teto

   Esses nichos que não vão até o teto podem dividir as opiniões. O que eu gostei mais foi essa "escadinha de nichos", porque é bem mais baixo que os outros exemplos e por isso serve como uma espécie de mesinha também. Divide o ambiente como os outros, mas não bloqueia o espaço aéreo como nos outros casos.

Labirinto de nichos
   Essa divisória é mais decorativa que pratica, mas serve de qualquer forma. Não é esse modelo que eu estou procurando porque, de alguma forma que eu não sei explicar, me lembra a casa da minha avó e não é bem esse aspecto que eu quero trazer para o meu apartamento, mas, de qualquer forma, é uma bela peça.

   O que eu gosto mais sobre a divisória de nichos é a praticidade mesmo, porém, para muitas pessoas, estantes assim são o antônimo de simples, uma vez que você vai ter que limpar constantemente, ainda mais se você deseja em cores mais claras. Porém, ao meu ver, esse é o único ponto negativo.
E aí, o que você achou?
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Porcaria, a pipoca queimou: Barefoot

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Pra quem gostou de: In Your Eyes.
Status: vai estreiar. 
Indicaria: Sim, pra uma tarde chuvosa.

   Existem muitos filmes que mesmo sem ter explosões ou grandes metáforas são maravilhosos e você não consegue esquecer. Barefoot (sem tradução ou previsão de estréia no Brasil) é uma dessas obras cativantes que me fez suspirar demais. Uma adaptação da obra cinematográfica alemã Barfuss, de 2015, Barefoot não possui nada para ser um clássico ou merecedor de milhares de prêmios, no entanto, a história leve e inocente me cativou demais.
   Jay, o personagem principal, é complicado. Mais que complicado, ele é encrenqueiro e não sabe mais o que faz da vida. Daisy é complicado. Mais que complicada, ela é ingênua. Jay precisa fazer trabalho comunitário em um hospital psiquiátrico e é nesse ambiente que ele encontra Daisy, sozinha, indefesa. E, quando ela o segue para fora do hospital, essa aventura desastrosa começa. Jay a leva para a casa dos pais (que ele não vê faz um certo tempo e que o pai não é seu maior fã) por conta do casamento de seu irmão menor e lá todos se apaixonam por ela. Até que a verdade aparece e eles têm de fugir.
   O que me envolveu mais nesse filme foi a honestidade e a simplicidade. Em menos de noventa minutos, os dois apresentaram mais amor do que em tantos outros romances mais "renomados" e o fato é que os dois eram machucados da sua própria forma e nem por isso os diretores disseram que eles tinham de se consertar com sexo, que é como a maioria dos outros filmes apresentam a realidade. 

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Não vou abaixar o som, mãe: Andy Grammer

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   Não tenho palavras para explicar o quanto eu sou grata pela existência de fanfics porque a) muitas vezes tudo que eu preciso é o romance exagerado das histórias e b) o gosto musical das autoras. Andy Grammer apareceu no meio de uma dessas histórias criadas para agradar fãs e, desde então, ele têm estado no meu player praticamente todos os dias.

"Todos nós achamos que ficaríamos ricos rapidamente. Pulamos no avião para procurar a grama mais verde. Descobrimos que verde é a grana; não se compara aos amigos que duram"
- Back Home

   Andy Grammer tem trinta e um anos (sim, muito conservado) e ele, além de cantar, é compositor e produtor. Em 2011 ele abriu a turnê do Plain White T's e, antes de tudo, foi para a faculdade em Nova York, onde morava. Ele acabou desistindo da universidade e se mudou para Los Angeles, correndo atrás do sonho de ser cantor. Ainda bem, né?

"Você preparou tudo para que eu caísse. Não me deu nenhum aviso de que tinha partido. Você me decepcionou, eu estava cambaleando; não posso acreditar no que você fez"
- Miss Me

   Atualmente, com o álbum Magazines or Novels, ele está espalhando sua voz Adam Levine/Gavin DeGraw por aí. Andy também está contando com a ajuda espetacular do diretor Justin Baldoni (sim, o Rafael da série Jane The Virgin) e isso só me faz gostar mais dele; porque os vídeos dele são maravilhosos.





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Não vou abaixar o som, mãe: James Bay

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   James Bay me ganhou porque pensei que estava escutando o Danny do The Script (e todo mundo que me conhece sabe do amor que eu insisto em nutrir por aquela maravilhosa banda irlandesa). Com o cabelo comprido e o chapéu, James fez com que eu me apaixonasse completamente por ele com uma música somente. 

"Então vamos deixar para lá. Apenas deixe acontecer. Que tal você apenas ser você e eu ser eu mesmo? Tudo o que está quebrado, deixe o vento levar. Que tal você apenas ser você e eu ser eu mesmo?"
- Let It Go

   Ele ficou conhecido mesmo nesse ano que acaba de passar, pois ele era o show de abertura para ninguém menos que Hozier (Take Me To Church, sabe?). Aos vinte e cinco anos, o britânico possui três EP's, sendo que o meu favorito foi lançado ano passado e se chama "Let It Go", que ficou no Top 10 iTunes álbum chart. O primeiro álbum dele vai ser lançado ainda nesse ano, no final de março e eu confesso que estou muito animada, porque o estilo dele é maravilhoso!

"Eu voltarei, se quiser se apaixonar. Eu não estou esperando, mas estou disposto se me chamar. Se quiser se apaixonar, eu voltarei."
- If You Ever Want To Be In Love




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AMAR

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   Você sorriu para mim e eu soube que era certo. Você murmurou um "sim" e eu soube que você não estava certa sobre sua resposta. Quando você chorou, eu soube que era porque, mesmo que fosse o certo, doía. Tudo bem que doa um pouco se no futuro as ondas trouxerem as recompensas. Coloque um "A" na frente de "MAR" e tudo fica infinito, não é? Amar. 
   Eu te amo, mãe.
   Eu sempre tomei você como meu exemplo. Você sempre me mostrou o que era certo e se hoje eu não fizer algo que você disse é porque estou agindo conforte o ensinamento de que cada ser humano é único e comete erros ordinários. Se eu não faço algo que você falou é porque eu sou diferente de você; se faço é porque quero ser como você. Mãe, como filha, meu único objetivo é balançar minhas atitudes baseadas em você: devo fazer o que você faria ou devo me arriscar? Hoje, no seu dia, eu digo que não sei se tenho feito um bom trabalho como filha. Eu te dou orgulho? Você me ama? Se a resposta é sim, então todo o resto, todas aquelas pedras no meio do mar, todos aqueles afogamentos sem sucesso, tudo foi só um caminho. Caminho para chegar até aqui e te olhar. Daqui, mãe, de milhares de quilômetros longe, eu olho e eu te amo como louca. Amo como se não houvesse amanhã. Amo como você me ama.
   Você deve ter ficado meio receosa quando dei meus primeiros passos; que mãe quer ver seu filho caindo para aprender como se equilibrar? Deve ter ficado brava as vezes que saí sem celular e deixei você preocupada porque em cabeça de mãe o pior sempre acontece. Você deve ter ficado cansada de me embalar para dormir, e deve ter sorrido com minha formatura de oitava série. Deve ter sorrido ainda mais quando eu, enfim, aprendi a cozinhar sem colocar fogo na cozinha. Deve ter ficado orgulhosa quando eu disse "aprendi isso com você" porque, talvez, tivesse pensado "uma parte do meu trabalho está feita". De qualquer forma, apesar de tudo, eu só posso te agradecer. Então, obrigada. Mesmo.
   Mãe, ver você chorar é ruim, mas ser a razão pela qual está chorando é ainda pior, então me perdoe pelas vezes que eu não fui a melhor filha do mundo. Com tantos poréns, eu ainda sei que você me ama. E você sabe que eu jamais entendi a razão desse amor, entretanto eu sou grata a ele. Seu amor me ensinou que ter o coração aberto para o perdão pode me fazer uma pessoa mais feliz e que, sem sombras de dúvidas, amor gera amor. 
   Não é um texto, que são simples palavras juntas, que vai fazer você entender. Não é chocolate ou um presente caro que vai fazer você compreender toda minha gratidão e felicidade por eu ter você nesse dia especial para chamar de mãe. Não é ter um dia, o segundo domingo de maio, que vai me fazer lembrar que tenho você para me ajudar, para me alegrar, para me aconselhar, para me fazer refletir. Eu te amo todos os dias. Amo-te a cada segundo porque, sem você, eu não estaria onde estou.

    Obrigada.
    Feliz Dia Das Mães.
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18 casais que eu adoro: #18

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   No embalo da tag "18 coisas para meu apartamento", resolvi falar sobre os dezoito casais que eu adoro, e, para começar, nada melhor que um casal lindo de um livro lindo.

   Número 18: Louisa & Will

    Ano passado eu li "Como Eu Era Antes De Você" (clique aqui para ler a resenha) e comentei que tinha amado o livro porque me marcou mesmo e, considerando que era verdade, esse casal tinha que estar aqui. Louisa e Will. Por ser um "casal literário", eu poderia a) escolher modelos/famosos que se parecessem com o que eu imaginei ou b) escolher os atores que adaptaram a obra. "Mas esse livro não é filme", você diz. "Vai virar filme sim", eu respondo. 


   Para quem não leu o livro, nem minha resenha: vá ler Will é um cadeirante que não quer mais viver. Ele se sente um peso na vida de todo mundo e quando Lou aparece para ajudá-lo, ele não facilita nada. O relacionamento dos dois foi tão bonito e difícil que eu parava de ler quando o Will era rude com ela, ia tomar água enquanto jurava não continuar e então, cinco minutos depois, retomava a leitura. Will tinha seus dias e isso me deixava louca porque mesmo que ele tivesse uma vida difícil, jogar tudo para cima da Lou não ia ajudar em nada.
   A parte que eu mais amo sobre eles é que ele se sentia um estorvo para todos, porém ele ajudou a Louisa a superar os fantasmas da vida dela, sabe? E, em um relacionamento, ajudar é uma via de mão dupla; você ampara e é amparado. Eles se apoiaram e, num passo bem devagar, passaram a ter confiança e amar a companhia um do outro.

   SPOILER 
   Já o lado que eu mais odeio é que, mesmo sabendo o quanto ela gostava dele, Will decidiu morrer. Ele, de uma forma ou outra, tirou a própria vida porque já não aguentava saber que o homem de sucesso tinha morrido no dia do seu acidente. Acho que muitas leitoras odiaram o egoísmo dele de não ter pensado nos outros, porém o que eu odiei foi que ele não conseguiu deixar o orgulho de lado e aceitar que mesmo sendo tetraplégico, ele podia sim ter sucesso e um relacionamento com a Lou.

   
   Sobre o Sam como Will: ele não era o que eu imaginava. Na minha cabeça, mesmo com as descrições da autora, eu o criei com cabelos mais compridos e sem covinhas. Ou seja, as covinhas do Sam foram um bônus. A Emilia também não era a minha Louisa, mas achei que combinou bastante, ainda mais que ela tem feições muito fofas; olhar para ela me dá vontade de abraçar.


   O filme vai ficar só para o ano que vem, no entanto a autora já revelou o nome do segundo livro e até comentou que não gosta muito de sequências, porém sentiu, nesse caso, que a história merecia ter continuidade. A continuação se chama "After You" (Depois De Você) e será lançada nos Estados Unidos em setembro

O que achou do casal? Também está animada pelo filme?
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Intercâmbio: Coisas americanas

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  Se você não sabe, eu estou morando nos Estados Unidos. Lavaca, Arkansas, para ser mais específica (sem piadas com o nome da cidade, por favor). Agora falta menos de um mês para voltar para o Brasil, mas depois desses nove meses aqui eu sinto que já posso reclamar do país assim como aqueles amigos que, depois de um tempo, já abrem a geladeira da sua casa sem sentir remorso.

Estradas
As estradas por aqui não são tão ruins quanto as do Brasil, porém o real diferencial para mim é que nas estradas estilo freeway o acostamento é feito de um material que, quando os pneus entram em contato, um barulho alto é ouvido; barulho da borracha entrando em contato com o asfalto diferente. Motoristas que adormecem e vão para o acostamento são acordados assim e nenhum acidente ocorre. 

Esportes
 Americanos levam esportes muito à serio, inclusive (principalmente) os da escola. Vai ser muito fácil encontrar crianças de oito anos olhando basquete e criticando jogadores como se fossem os próprios técnicos então é melhor não fazer piadinhas sobre seus times, seja do esporte que for. 

Cinema
Você acha que tudo é mais barato nos Estados Unidos, né? Bem, errado! Cinema (e sutiã) é o mesmo preço no Brasil; mais caro se for considerar o valor do dólar. Um ingresso custa nove dólares e olha, pirataria é crime sério aqui. Eles jamais olhariam filmes de sites piratas. 

Veteranos*
Quem foi soldado aqui nos Estados Unidos têm cemitérios especiais, descontos especiais em lojas e são tratados com todo o respeito do mundo. O que ninguém sabe, infelizmente, é que o plano de saúde deles é muito precário. 
*teve um evento na minha escola aqui, homenageando os veteranos, e na minha aula de artes eu fiz esse design de convite. Dentre os onze americanos que participaram do projeto também, o meu foi escolhido #orgulho.

Vestimenta
 Pois não é que os meus irmãos amados foram assim para a escola? E olha, não é só eles que não se importam com o que vestem para a escola; muitos vão com pantufas, calça de moletom e sem nem escovar os dentes.

Aniversários*
 O legal dos aniversários aqui é que praticamente todos fazem uma espécie de caça ao tesouro ou competições. No início da festa ganhamos uma lista de afazeres e os grupos; quem acabar primeiro e postar todas as fotos no instagram (geralmente é esse o aplicativo que eles escolhem), ganha. É muito divertido e ajuda naquela hora em que ninguém mais sabe o que fazem na festa e as coisas começam a ficar meio chatas. 
*a pirâmide foi um dos itens da lista na festa de uma das minhas amigas aqui.

Manias desagradáveis
Por motivos de a) não ter uma foto pra exemplificar bem as manias e b) não querer fotos estranhas no blog assim, eu decidi postar uma foto mais bonitinha. Agora que dei minha explicação, preciso dizer as três coisas que mais me incomodaram no intercâmbio. 
#1. Os americanos arrotam na frente de todo mundo, seja no lugar que for. Contanto que eles digam "excuse me" depois, está tudo tranquilo. 
(Demorei séculos para me acostumar a ver/ouvir/cheirar isso).
#2. Eles assoam o nariz da forma mais audível possível e ninguém se importa. Isso ocorre em público também, aliás.
#3. Eles colocam o papel higiênico dentro do vaso e, se você não fizer o mesmo, acredite, eles vão te considerar nojento.

Bom, basicamente é isso. E aí, você sabe mais alguma coisa americana? O que achou?
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Dia das mães com a Ju Lourenço

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   Próximo domingo é mais que especial e se você não sabe o que é, então esse post vai ser ainda melhor porque vou te lembrar que é Dia Das Mães e ainda vou te dar uma dica maravilhosa de presente. Pode me agradecer depois, ok?
   Eu tinha indicado a loja da Juliana Lourenço quase dois anos atrás e nesse meio tempo algumas coisas mudaram - para melhor. Agora a Ju possui uma loja online mesmo e ficou ainda mais fácil de comprar as bolsas lindas que ela faz. E o que eu adoro sobre ela é que ela ama coisas retrô de verdade, sabe? Ela inspira vintage e expira bolsas de qualidade que são muito, mas MUITO estilosas. 
   
Minha 
A mochila que eu escolhi pela parceria com a Ju foi essa beleza aí em forma de Mulher Maravilha. Juro que perdi as contas de quantas pessoas me perguntaram onde eu comprei e de quantas pessoas elogiaram. A mochila é muito linda mesmo e a qualidade é de cento e vinte por cento! Lembro que levou umas duas semanas para eu a receber.




Western Love

Mulher Maravilha: Tote Bag e Tira Colo

   Bom, as provas comprovaram que a Ju tem estilo para dar e vender. Mas e você, o que achou das peças? Eu acho que é um presente muito legal, mesmo que você fique na duvida se é o estilo da sua mãe. Mesmo que não seja, você pode comprar uma dessas bolsas da Mulher Maravilha e escrever uma carta dizendo porque ELA é a sua mulher maravilha; sua heroína. 
   Apelo para o lado emocional; esse é meu mantra.


   De qualquer forma, um agrado desses sua mãe merece, né?
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