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Intercâmbio: Comida

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   Quando viajamos para outros países, uma parte muito importante é a comida, certo? As refeições fazem parte das culturas, assim como a maneira de se portar na mesa e dentro de um restaurante. Comparado com o Brasil, aqui é um tanto diferente, e esse post é dedicado justamente pra contar um pouco sobre essas diferenças.

Comida chinesa 
Eu nunca fui a maior fã de comida asiática, mesmo sem motivos. E foi nos Estados Unidos que eu me permiti gostar, uma vez que em toda cidade - por menor que seja - há uns vinte restaurantes de comida chinesa/japonesa. Isso funciona igual para restaurantes mexicanos, mas eu continuo não sendo fã de pimenta.

Fast food?
Fast food. Aquela coisa que eu escutei desde criança é verdade: EUA é o país da comida rápida. Mesmo que as famílias gostem de se reunir para jantar, o resto das refeições é cada um por si e Deus por todos porque não vai ser nada feito em panelas mesmo. 

Jantar
Mesmo que a foto não represente beeem o meu jantar, para mim é uma ótima imagem: meus irmãos fazendo piada, dizendo que o frango parecia um cavalo-marinho então vale. De qualquer forma, aqui os jantares são bem cedo (depende da casa; na minha é sempre antes das seis horas)

Restaurantes
 Restaurantes são bem diferentes do Brasil porque a) você meio que precisa dar gorjeta (de uns quatro dólares) sempre b) geralmente tem algo pra comer antes da comida; em restaurantes italianos é pão com algum tipo de pasta e em mexicanos é tortillas chips com algum molho picante e c) água é de graça e seja qual tenha sido seu pedido pra bebida, eles vão te dar mais sem nenhum custo adicional. 

A saudade!
Eu sempre pensei que a minha maior dificuldade relacionada a comida seria brigadeiro, mas a verdade é que eles têm sim leite condensado então o doce não foi problema algum. Por outro lado, batata-palha, guaraná, pão de queijo, café da tarde (no sentido de comer algo no meio da tarde) e requeijão fazem muita falta pra mim.


Mas só mais dez semanas e eu posso dar adeus à saudade (e olá pra saudade das coisas daqui).
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Porcaria, a pipoca queimou: Cinderela

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Pra quem gostou de: Branca de Neve e o Caçador, Espelho, Espelho Meu.
Status: estreiou. 
Indicaria: Sim!

   Nos cinemas desde o dia treze de março, Cinderela foi um sucesso por aqui. No Brasil, a estréia acontece na sexta, mas eu já aviso que você, amante dos filmes da Disney, prepare o coração porque a  perfeição chega a ser perigosa.
   Com uma boa trilha sonora e um sotaque maravilhoso, Cinderela é uma cópia fiel da animação de 1950, exceto pelos animais falantes, o que é compreensível, uma vez que a versão "real" não seria tão real assim com ratos que cantam e passarinhos que ajudam com o vestido. Mesmo assim, o filme dirigido por Kenneth Branagh tem duração de quase duas horas e você não fica cansada porque é simplesmente apaixonante - igualzinho quando você era pequena e assistia a animação mesmo. Um curta de Frozen (mini episódio sobre o aniversário da Anna) antes do filme faz valer ainda mais o preço do ingresso.
   Cinderela é interpretada pela linda (e magérrima) Lily James e o príncipe encantado fica por conta do Richard Madden, que atua em Games Of Thrones. O casal é apaixonante e necessito adiantar que uma certa cena em um certo jardim de um certo palácio vai fazer todo mundo suspirar demais, ainda mais em um certo momento quando você se perde nos olhos azuis do bonitão. Aliás, não é só ele que é uma maravilha: o figurino também é apaixonante! Os vestidos da Ella são de dar inveja, principalmente o do casamento.
   Se o filme é bom? Sim. É mágico? Com certeza. Se é melhor que a animação? Não... eu ainda acho que as animações possuem sua magia própria. Se eu fiquei com raiva da madrasta? Pior que sim, mas é de mentirinha, né? Haha 


Quem aí está ansiosa pelo filme?

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Ready? Go! Read: Loving Mr. Daniels

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Ano: 2015
310 páginas
Editora Record 
Autora: Brittainy C. Cherry

   Mais uma história de romance entre professor e aluna porque sim, é uma coisa clichê mas todo mundo ama. Por que tudo que é proibido é tão emocionante? Talvez seja pelo medo de ser pego, porém em "Loving Mr. Daniels" (Sr. Daniels aqui no Brasil, que começou a ser vendido esse mês) aquele amor à primeira vista aconteceu fora das paredes da escola. 

“Dois segundos. Eu não tinha chorado durante os últimos dois segundos. Então isso era uma pequena vitória.”

   Ashlyn é uma menina com um coração quebrado. Sua irmã gêmea morreu depois de lutar contra câncer e sua mãe não a quer mais por perto, então a envia para a casa de quatro estranhos: seu pai biológico e sua nova família. Ashlyn nunca havia ouvido falar deles, porém, sem ter tempo para se colocar contra essa ideia, ela é obrigada a viver com eles. O pai dela, aliás, trabalha na escola que ela estudará na nova cidade e isso é um fato relevante para situações futuras, ok?

“Eu me pergunto se você sabe a sorte que tem. Minha irmãzinha aqui não sabe, mas ela coloca paredes. Seu coração está fechado e acorrentado, fechado do mundo. Ela se esconde atrás de seus livros, e não deixa ninguém entrar…”

   Daniel é o vocalista maravilhoso de uma banda meio indie que escreve suas próprias músicas baseadas em peças do Shakespeare (então é, ele é professor de inglês). Ele possui um passado igualmente dolorido então Ashlyn sente que sim, ele entende ela. Talvez ele seja o único. E é aí que o amor nasce, floresce e espera a tempestade vir.

"Ser um adolescente é uma maldição e um dom. É a idade onde os contos de fadas param de existir e Papai Noel não é real mas parte do nosso coração precisa dizer “E se…”."

   Eu adoro o romance deles, mas o livro me prendeu pelos personagens secundários também. A nova esposa do pai da Ashlyn é viciada em uma religião que ela não entende de verdade e os filhos dela, Tony e Hailey, são bem problemáticos. Ou seja, o livro é sinônimo de drama sim, porém tem um desfecho bem apropriado e digno. Aliás, minha parte favorita do livro - além de ter sido muito bem escrito e ter dado espaço não só para o romance de Daniel e Ashlyn mas também para criar um enredo mais rico - é que Gabby, a irmã gêmea de Ashlyn, deixou cartas para ela. Mesmo morta, ela foi uma personagem muito importante e apaixonante.

"Vivo. Quero estar vivo, e não tenho nem ideia do por quê, vendo quão horrível é a vida às vezes."
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Não vou abaixar o som, mãe: Who is Fancy?

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   Eu acreditava que a palavra "Fancy" ia ficar no ano passado, enterrada com a música da Iggy no entanto quando eu escutei Goodbye tudo mudou. Who is Fancy? (pessoa que canta essa música Goodbye) é um mistério e isso só ajuda ainda mais com a divulgação, uma vez que a ótima voz e a boa letra já se vende por si só.

   "Você tem um novo amigo; você gosta de fingir, eu só estou na minha. Ligue a máquina de fumaça, magia e torná-lo acreditar então, você nunca vai saber como eu faço"
- Goodbye

   Não há muito o que dizer sobre ele porque, como comentei, ninguém sabe quem é Fancy. De qualquer forma, o cantor está sendo produzido por Scooter Braun e o single de estréia possui três versões diferentes de videoclip. O instagram oficial são de fotos de pessoas variadas em preto e branco, e nada indica quem seja o verdadeiro cantor, porém houveram varias especulações sobre o cantor ser Jake Hagood. Sem confirmação nenhuma, tudo que resta é aproveitar Goodbye e esperar por novas canções.

"Uma vez estávamos a queima de fogo, agora você é apenas uma lição que eu estou aprendendo.
Por favor, acredite em mim, isso não é fácil.
Eu só preciso de dizer adeus"
- Goodbye





Quem aí ficou curioso?
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Não vou abaixar o som, mãe: Years & Years

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   Uma das maravilhas que chegaram na minha vida através das redes sociais foi uma amizade maluca com uma britânica chamada Lola que, após mais de três anos, continua a mesma. E foi por ela que eu conheci os caras do Years & Years e que, mesmo sem ser a maior fã de eletrônica, me apaixonei.

"Não se lembra como eu costumava gostar de ficar na berlinda? Eu sonhei que você sonhou comigo chamando meu nome. Vale a pena o preço?"
- King

   De Londres, o trio composto por Olly, Emre e Mikey existe desde 2010. Eu confesso que acho que 2015 que vai ser mesmo o ano deles, por mais que eles sejam bons desde... bom, desde o início. O primeiro single dos caras, chamado "I Wish I Knew" foi lançado em 2012 e uma das minhas favoritas, chamada "Real", saiu ano passado, em fevereiro. Por enquanto eles só possuem EP, mas espero que logo eles resolvam por um álbum mesmo.

"Apenas diga-me o que tenho que fazer para me manter afastado de você. Todas as suas cores começam a escurecer. Sei que eu queria muita coisa. Depois achei que não seria o suficiente. Toda essa conversa está te machucando"
- Take Shelter

   Em janeiro desse ano eles ganharam BBC Som do ano e eu mega concordei, mesmo que tivesse ótimos nomes na categoria. Eles são bons sim e, para o que se propõem, são os melhores do ramo. Aliás, eles foram nomeados para o Brit Awards também, mas, infelizmente, não levaram o prêmio pra casa.




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Ready? Go! Read: Um mais um

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Ano: 2015
320 páginas
Editora Intrinseca
Autora Jojo Moyes

   Pequena Miss Sunshine é um filme de quase dez anos atrás e é por isso que eu lembro poucas coisas sobre ele, porém "Um Mais Um" me fez recordar muito da história da pequena menina fora dos padrões que precisa chegar num concurso. 

"Enquanto se encaminhava para a entrada principal atrás dele, Tanzie se perguntou como as pessoas viam a sua família, uma vez que toda conversa que tinham agora parecia terminar com um olhar engraçado e a recomendação: cuidem-se."

   "Um mais um" é sobre Tanzie, uma menina maravilhosa com uma paixão estranha: matemática. Sua mãe, Jess, faz de tudo por ela e por seu irmão Nicky (de quem não é mãe de verdade, mas tudo bem) e, quando a única chance da filha entrar para uma escola particular é participando de uma olimpíada matemática, Jess faz de tudo para que ela tenha sua oportunidade, uma vez que a família está longe de estar financeiramente estável. O problema é que quando ela pegou o carro do seu ex marido e foi parada pela polícia, eles não tiveram muitas opções, visto que o carro a) não tinha os documentos precisos b) estava com o farol quebrado e c) não possuía seguro. Até que Sr. Nicholls apareceu.

"E entendi, enquanto estava no banho... aquela coisa toda de "trate os outros como gostaria de ser tratado". Bem, só funcionava se os outros agirem do mesmo modo. E ninguém age. O mundo está basicamente cheio de gente que não liga a mínima."

   Sr. Nicholls, também conhecido por Ed, parou seu carro caro no acostamento e perguntou o que tinha acontecido. Eles não têm um histórico agradável, aliás; teve ódio à primeira vista e tudo. Tendo de lidar com um processo pesado em sua empresa de software e com seus problemas familiares, ele ajuda ela, mesmo que ela seja só a faxineira ou a moça que trabalha no pub. E é aí que uma nova versão de Pequena Miss Sunshine começa, porém com a adição de um cachorro fedido e maluco, um menino gótico que sofre bullying e um relacionamento que se desenvolve deliciosamente nesse processo.

“Minha mãe sempre nos disse que coisas boas acontecem a pessoas boas. Adivinhe só? Ela não diz mais isso.”

   Eu sou muito suspeita para falar, porque eu amo a Jojo, mas o livro é apaixonante demais. Não somente pelo fato dela ser britânica, mas ela é uma escritora admirável. Os detalhes que ela proporciona mesmo sem ser um livro em primeira pessoa deixam a leitura ainda mais satisfatória. O romance também é de primeira: se desenvolve devagar, com um olhar daqui, um ato de cuidado ali. Em muitas narrativas é isso que sinto falta, sabe? Essa calmaria para lidar com o romance. No entanto ela fez um ótimo trabalho e "Um Mais Um" está de parabéns em todos os quesitos, inclusive nas histórias secundárias.
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Nike Air Force

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   A Nike é conhecida mundialmente por seus produtos esportivos, mas quem disse que um tênis da marca americana não pode fazer parte de um guarda-roupa muito estiloso? Para looks de todos os dias, o Nike Air Force é uma ótima pedida porque, de alguma forma que eu não sei bem explicar, o Nike balança looks mais fofinhos e dá o toque final para os mais não-tão-fofinhos-assim.


a) O primeiro look é algo que eu não me arriscaria, porém, levando em consideração o todo e a moça, eu fico feliz que ela tenha colocado aquela meia-calça. Sem ela, o look ia ficar meio estranho por conta da saia sem mais comprida.
b) Quem disse que grávida não é estilosa? Palmas pra ela!
c) Primeiro que o cabelo da guria do terceiro look é divino, né? Segundo que essa saia rosa fez toda a diferença. Terceiro que é, fiquei com inveja dela porque ela é do tipo que pode vestir qualquer coisa e continuar maravilhosa.


a) Eu disse que o tênis branco poda combinar com um look mais arrumadinho/fofo. Mesmo com a calça detonada, o cabelo e camisa com o suéter sem mangas deram o jeitinho especial e ela acabou ficando muito lindinha.
b) Essa mulher do segundo look podia estar numa propaganda da Adidas, com certeza. Gostei do estilo mais "eletrônico" mesmo que não curta muito os óculos espelhados.
c) A única coisa que eu mudaria na última foto seria o comprimento do short. Por questões pessoais, eu não me sentiria confortável, mas ela ficou linda de qualquer forma. O cardigã ajudou na hora de quebrar o ar street.


a) Zendaya! Que ela serve de inspiração fashion todo mundo sabe e é por isso que ela não podia deixar de estar aqui. Principalmente por ela ser a princesa do estilo mais street.
b) Mais simples e adorável que essa combinação impossível! Cardigã felpudinho, blusa branca com uma parte para dentro da calça, cinto preto e jeans. Simples assim. E claro, o Nike Air Force.
c) Vestido e Nike? Sim, é possível e legal. A jaqueta jeans ajudou ainda mais para quebrar o ar elegante do vestido escuro.

E aí, o que você acha? 
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Porcaria, a pipoca queimou: Simplesmente acontece

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Pra quem gostou de: Um Dia.
Status: estreiou. 
Indicaria: Sim, principalmente se você gosta do seu melhor amigo.

   Acabei de descobrir que "Love, Rosie" ou "Simplesmente Acontece" (tradução sem sentido pro Brasil) vai estar nos cinemas no Brasil nessa sexta. Quem acompanhou as postagens passadas aqui no blog sabe que eu tenho uma paixão muito grande por esse livro/filme, então, como aqui nos Estados Unidos estreiou antes, resolvi falar um pouco dessa adaptação de "Onde Terminam os Arco-íris", da Cecília Ahern.
   Assim como no livro (que foi resenhado nesse post), o filme conta a história de Rosie e Alex, amigos desde que eram crianças e que, com o tempo, crescem e desenvolvem um sentimento muito forte um pelo outro. Até que ele tem de se mudar e ela fica pra trás porque ficou grávida de um idiota. E é seguindo esse caminho que "Simplesmente Acontece" se desenvolve: com você odiando a Rosie por perder oportunidades de ouro para contar sobre seus sentimentos e desejando dar um bom soco no meio da cara do Alex pra ver se ele deixa de ser panaca e faz a coisa certa.
   Ao meu humilde ver, o filme é melhor. Talvez seja pela escrita muito diferente (o livro é contado em cartas, bilhetes, emails, mensagens) sendo que o filme pôde explorar melhor os ambientes e as situações, mas, de qualquer forma, a história dos dois é ainda uma das minhas favoritas. A obra cinematográfica definitivamente foi maravilhosa e alterou alguns pontos do livro, porém nada que estragasse a beleza do amor deles. 

Quem aí está mega animado para esse filme?
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