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Não vou abaixar o som, mãe: James Arthur

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   O The X Factor USA é realmente muito bom, mas nada se compara aos talentos que dá pra se encontrar no programa de talentos do Reino Unido. A diferença de um para o outro, basicamente, é que na versão dos Estados Unidos, só saem artistas pop, que não se arriscam e que o mercado já está repleto. Um exemplo disso é a Lucy Spraggan e o James Arthur, assim como tantos outros. 
   Eu conheci a música "meio rap" do James quando estava vendo covers para "Impossible", que foi o single que fez com que ele ganhasse a competição do ano passado. Ele tem vinte e cinco anos, porém escreve e grava canções desde seus quinze anos, o que reflete em sua maturidade musical de agora. Ele não é do tipo que escreve só sobre se divertir e namorar, e é isso que eu gosto sobre os cantores que saem do The X Factor UK.
   Em sua primeira audição, o garoto tímido, sorria fraco para a platéia, depois de ouvir tantos elogios (com razão), fazendo até mesmo seus pais se emocionarem. Atualmente, James tem um cd lançado e que, provavelmente, não virá para o Brasil (oooh, desgraça), MAS a esperança é a última que morre, não é mesmo?  









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