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Não vou abaixar o som, mãe: Tori Kelly

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   A Tori Kelly entrou para o meu player por acidente. Eu estava escrevendo, e procurando música no youtube (aliás, inscrevam-se no meu canal) e quando fui clicar na próximo que eu desejava, acabei clicando em uma canção chamada "Dear No One" e foi aí que eu comecei a me apaixonar por essa americana, que faz ótimos covers, assim como ótimas músicas. 
   A moça de vinte e um anos tentou entrar para o reality show "American Idol", na nona temporada, porém não conseguiu ir muito longe por lá. No ano de 2013, ela laçou seu segundo EP, denominado Foreword, que teve ajuda de Ed Sheeran e Pharrell. O primeiro EP, que saiu em 2012, não teve tanto sucesso quanto esse, e não é por acaso, afinal, na minha opinião, ela cresceu muito neste meio, tendo musicas mais maduras e que são fáceis de se identificar. 
   No Youtube ela tem quase oitocentos mil inscritos, e, no Facebook, sãos mais de duzentas mil curtidas. Aliás, ela tem um estilo lindo, e uma beleza que não é óbvia, o que a torna uma artista em ascensão. Espero que ela possa ter o reconhecimento que merece, pois ela é ótima no que faz.









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Porcaria, a pipoca queimou: Flipped

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Pra quem gostou de: ABC Do Amor.
Status: estreiou. 
Indicaria: Sim, é muito bonitinho.

   Eu lembro do meu primeiro amor como se fizesse pouco tempo. Ele sempre estava lá para mim, e é por isso que eu agradeço muito por ter tido o melhor primeiro amor possível: o chocolate. 
   Mentiras a parte, eu realmente lembro do menino pelo qual me apaixonei pela primeira vez. Eu estava na primeira série e, com toda a maturidade que uma menina gordinha de cinco anos pode ter, eu escrevi uma cartinha para ele, o loirinho mais fofo de toda a escola, e até roubei um batom vermelho da minha mãe, e beijei o papel branco, para tornar aquilo "mais especial". Eu levei a carta para a escola, coloquei embaixo da mesa e esperei o recreio chegar, porque ele era da outra turma. A coragem se evaporou, e, quando o sinal tocou, eu decidi que não iria entregar o meu atestado de amor, só que minha melhor amiga, da qual eu amo até hoje, roubou e entregou para ele mesmo assim. Nós conversamos até hoje, sendo que ele é um ótimo amigo, e confessou que gostava de mim também. 
   No filme Flipped, que estreou em 2010, essa relação é tratada por um bate-e-volta de pontos de vista, onde Bryce tenta se manter afastado da pegajosa Juli, que nutre uma paixão enorme por ele e seu xampu bom. A garota é a esquisita, por seu jardim mal cuidado e seu tio com deficiência, porém, com o tempo, o popular Bryce acaba notando que não tem como deixar de gostar de alguém por algo tão insignificante quanto um quintal, ou galinhas.

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"We're waiting, and waiting, and waiting"

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    A verdade sobre o coração é que ele, no corpo humano, é de uma forma, porém, usando a minha mão, eu desenhei de outra. O coração que bate em meu peito, é só uma metade daquela exposta ali. Eu, e grande parte da população, sem saber, expõe o amor daquela forma porque, dois corações juntos ficam assim: com o formato de dois arcos, que vão em direção sul, e se encontram. O amor é representado daquela forma porque é, nada mais, nada menos, que a junção de duas almas. Duas vidas. Dois estranhos com muito em comum.
   Quando o giz de cera era meu aliado, e não uma caneta transparente e sem graça, eu ouvia histórias sobre príncipes, princesas, e bruxas. Todas as vezes, um lindo final feliz era contado, enchendo a imaginação de futuros céticos sobre o amor. Não me contaram que, às vezes, a bruxa está dentro da princesa, a colocando para baixo, a deixando insegura, e, afastando assim, o príncipe. Não me disseram que as pessoas se enganam, e se apaixonam pela pessoa errada. Não me falaram que eu perderia o poder de esquecer os problemas, ao dar uma bala, ou um abraço, como eu fazia com meus colegas, no primário.
   Finais feliz não vem só depois que a bruxa é vencida. Eu notei, no tempo que meu coração se manteve um só, e que, para que você se sinta satisfeita, como em todo o fechar de livro, é necessário um encerramento digno. Outra coisa que esqueceram de mencionar é que, talvez, esse final feliz seja só seguir em frente, ignorando que a pessoa com quem eu queria estar, mas que não me quis, está dedicando sorrisos e felicidade para um outro alguém.
   O amor tem um poder enorme, e, muitas vezes, eu notei que me sacrifiquei por pessoas que não mereciam. Não é algo que vá mudar, afinal, eu estou apegada naquela criança do primário, entretanto, com o passar do tempo, as coisas se ajeitam. O que é bom para mim, pode não ser bom para ele, e pode ser péssimo para ela, mas, contanto que eu entenda que tudo bem ser egoísta, em alguns momentos, vou conseguir viver um dia após o outro, superando as pessoas que passaram por mim, e não deixaram, ou receberam, uma marca boa.
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Não vou abaixar o som, mãe: Kodaline

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   Bandas irlandesas foram uma paixão que eu aprendi a nutrir a partir de The Script, que, aliás, eu me envergonho de nunca ter feito um post sobre eles, mas é porque eu amo tanto, que não quero compartilhar isso com ninguém. Mentira, foi preguiça.
   Kodaline, que inicialmente se chamava "21 Demands", chegou até mim pelo Tumblr, e, desde lá, não tenho tirado a música deles de minha cabeça. A parte triste é que eles não tem nem metade do sucesso que merecem, tendo somente duzentas mil curtidas no facebook, e cem mil inscritos em seu canal, no youtube, por mais que tenham ganhado reconhecimento em um show irlandes, "You're a Star", no qual ficaram em segundo lugar. No ano de 2013, na premiação EBBA, eles ganharam, como escolha do público, e, acredite em mim, eles mais que mereceram o prêmio.
   Houve alguns EP's antes do primeiro disco ser lançado, que se chama "In a Perfect World", porém o reconhecimento maior está vindo agora, com uma turnê pelos Estados Unidos, que já iniciou. Eu, infelizmente, creio que Kodaline continuará sem fazer muito sucesso, porém eu não me importo muito com isso, quando escuto o rock indie deles, que me faz bem, simplesmente.









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Ian Eastwood

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   Dança é algo que eu admirava muito quando era menor, e eu até fazia isso, em cima de patins. Atualmente, quando sozinha em casa, eu até coloco os meus headphones roxos e arrisco uns passos, mas só para me divertir mesmo; não é nada que eu queira que outras pessoas vejam, porque, honestamente, eu não tenho coordenação nenhuma para fazer isso corretamente. Ao contrário de Ian Eastwood, que é um dançarino de vinte anos, que me fez pensar que seus videos eram falsos, sendo manipulados por programas de computador.
   O canal dele, do youtube, tem quase trezentos mil inscritos. Atualmente, ele é coreografo, e foi Ian quem coreografou "Replay", da Zendaya, sendo o grupo dele que atuou no clipe. A característica marcante dele está bem exposta no video da cantora americana, bem na parte do refrão, onde ela faz gestos com a mão, das quais acompanham a letra da canção. Isso ocorre em todas as suas coreografias, e é o que o torna especial, quase como se fosse a marca dele.
   Ian é mega fofo, e é impossível não se apaixonar pelos vídeos dele, mas, caso alguém não concorde comigo, comente quais os motivos de você, pessoa estranha, não ter gostado do moço. 







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Play Two Times

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   Fics são histórias que você lê na internet, escrita por pessoas comuns que, por mais que queiram ser escritoras, não publicaram nenhum livro. Também conhecido por ser a salvação dos meus pais para que eu não esperneie por aí, querendo livros novos. Porém, elas não ajudam só nesse quesito, e sim para que eu conheça novas músicas, afinal, as autoras compartilham as canções que elas acham que combinam com o clima, ou simplesmente dizem o que estavam ouvindo quando escreviam. Dashboard Confessional estava lá, no meio dessas histórias.
   A banda foi formada em 2000, e foi conhecida por popularizar o movimento emo. O vocalista, Chris Carrabba, está pertinho dos quarenta anos, entretanto, ele é muito charmoso aos meus olhos, ainda, sendo que também está inserido na banda Twin Forks. Eles passaram pelo Brasil ano passado, um dia depois da minha décima quinta primavera e, aparentemente, gostaram bastante. 



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Sorteio (de novo)

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   No mês de dezembro, do ano passado, a loja B-Sides Fashion fez uma parceria muito legal com o blog, onde eu recebi dois colares, com o pingente em forma de unicórnio, e um deles ficou para mim, sendo o outro para sorteio. O resultado saiu no inicio desse mês, só que a vencedora não respondeu meus emails, e nem deu sinal de vida. 
   Eu achei meio injusto esse prêmio ficar comigo, sendo que outras meninas quase me subornaram para ganhar o colar, então estou refazendo o sorteio, esperando que todas estejam de acordo com minha decisão. Para as leitoras que não conseguiram se inscrever da última vez, podem concorrer agora, sendo que, dessa vez, existem mais chances de ganhar. O twitter vai entrar como +3, ou seja, três chances mais de ganhar (e o resultado é feito no computador, pelo programa do Rafflecopter, onde eu não tenho como influenciar, então..)
   A primeira opção, onde diz "tweet about the giveaway" +2, você deve ir em seu twitter e escrever "entrei no sorteio da @amamosOned do blog www.naogostodeunicornios.com para ganhar um colar muito fofo" e pegar o link deste tweet, e colar ali, para comprovar. A segunda e terceira opção envolve curtir a minha página no Facebook, e a da loja participante, que é mega confiável, com uns acessórios muito lindos mesmo. A última opção, a do "tweet about the giveaway" +3, é para fazer o mesmo processo anterior, para pegar o link do tweet e colar ali, só que, desta vez, o conteúdo escrito deve ser "a @amamosOned tá fazendo um sorteio no blog dela (http://www.naogostodeunicornios.com/2014/01/sorteio-de-novo.html)".
   Todas estas opções devem ser escolhidas e, qualquer dúvida, é só me mandar um email, ou dizer nos comentários que estão com problemas. Desejo que a sorte estejam com vocês, e que vença a que mais tweetar, porque a opção do tweet pode ser feita várias vezes, ajudando, assim, na possibilidade de ganhar. 


a Rafflecopter giveaway
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Top 5

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   Ed Sheeran é um dos melhores compositores da atualidade. Ele escreve coisas pelas quais as pessoas se identificam, e acaba colocando lágrimas nos olhos de garotinhas indefesas e sentimentais. Porém, além de ter tatuagens lindas, e ser ruivo (porque ruivo é sinônimo de especial, considerando que só dois por cento da população é ruiva), o moço britânico adorável é um ótimo cantor também.
   Uma das minhas canções favoritas é Give Me Love, e eu tenho notado que muitos cantores tem feito ótimas versões da música, e isso me fez reservar um espaço aqui no blog só para mostrar isso. Caso vocês saibam que algum outro cover, que teve a letra original escrita pelo próprio Sheeran, em parceria com Jake Gosling e Chris Leonard, é só deixar o link nos comentários.

Alex e Sierra

Jenn Lucas

Max Schneider

Ciara Cattala

District 3
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Porcaria, a pipoca queimou: Histórias Cruzadas

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Pra quem gostou de: Hairspray.
Status: estreiou. 
Indicaria: Com certeza!

   "The Help" é um dos meus filmes favoritos, definitivamente. Apesar da tradução do título não ter uma relação muito óbvia com a história, é incrível acompanhar e se envolver nesse filme, que venceu alguns prêmios no ano de estreia, e (surprise surprise!) não envolve romance algum. Talvez seja isso que mais tenha me envolvido nesse enredo: um assunto diferente, abordado de uma maneira interessante e inteligente. 
   Skeeter, uma moça branca, deseja ser jornalista, apesar da falta de apoio naquela época, por parte dos seus pais e pela falta de credibilidade. Ela precisa de uma história, algo que prenda as pessoas, mas não quer ser só mais uma na multidão, e, então, o assunto perfeito surge: a luta das empregas negras. 
   O assunto, no começo, não me pareceu muito cativante, ainda mais por se passar nos anos sessenta, porém, ao lembrar que aquilo foi algo verídico, eu acabei percebendo que aquele não seria só mais um filme. "Histórias Cruzadas" muda a percepção das pessoas, por não ser clichê e por ter aquele ar familiar, onde qualquer um pode se identificar. Com um final do qual eu não conseguiria pensar em outro melhor, essa narrativa é uma das melhores, no meu conceito. O ano de estreia foi 2011, nos Estados Unidos, e aqui, obviamente, precisou de uns meses mais para ser lançado, então creio que muitas pessoas podem já ter ouvido falar desse drama, que conta com a atuação de Emma Stone, mas, sendo o filme bom que é, eu creio que vale a pena indicar para aqueles que ainda não olharam esta obra de arte, que, de banal, não tem nada.

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Play Two Times

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  The Click Five entrou para o meu player por acidente. A um tempo atrás, quando o Harry Styles lançou a sua música solo, eu baixei "Don't Let Me Go". Na correria, porque eu tenho a irritante mania de só baixar músicas novas, e passar para o dispositivo que me proporcione o prazer da música, quando estou para sair de casa, acabei nem vendo que a música que eu tinha baixado era dessa tal banda. Apesar dos pesares, fico feliz que eu não tenha notado.
   TC5 se fez presente na mídia, no início, através de sua aparência. Eles usavam ternos, cabelos moptop, e faziam cosplay de Beatles - só na aparência, porque, musicalmente, eles são totalmente diferentes. A última novidade deles, foi o álbum TCV, que foi bem peculiar. O disco foi lançado, em 2010, na Ásia; eles decidiram assim, primeiro a Ásia, e depois o resto do mundo. Então, cada louco com sua mania. 
   Aliás, a banda participou do filme "Taking 5", de 2007, onde duas garotas sequestram a banda para que eles toquem na escola delas, e o filme conta com a participação da Daniella Monet como uma das fãs malucas. 



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Ready? Go. Read: Como quase namorei Robert Pattinson

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Ano: 2011
464 páginas
Editora Jangada

   Eu tenho sérios problemas com livros brasileiros. Para falar a verdade, eu não gosto muito das produções brasileiras no geral, mas não estou aqui pra pedir que vocês venham me xingar de "não patriota" nos comentários, e sim para mostrar a exceção: Carol Sabar.

“Para ser bem honesta. Tenho certo medo dele (ele é grandão demais, imagina só… bom, deixa pra lá), além disso, embora de seja muito legal comigo, eu já o conheço suficientemente para afirmar que ele não faz meu tipo ideal de homem. O tipo com quem quero passar o resto da vida. O tipo pálido, esguio, olhos multicoloridos, fã de frases de efeito e compositor nas horas vagas. O tipo… ai, meu Deus!. .. Edward Cullen. (Não dá para esquecer essa merda! Não dá! Por que, diabos, fui ler esses livros? Como uma pessoa conseguiu escrever uma história que mais parece uma droga?).”

   A mineira de vinte e nove anos estreou com "Como quase me apaixonei por Robert Pattinson" e consquistou muitas leitoras, lançando, assim, seu segundo livro, titulado "Azar o seu!". No exemplar que tem como protagonista Duda, uma jovem que vai para New York e acaba encontrando um charmoso homem com um Volvo prata, a narração é bem tranquila e envolvente. Eu confesso ter me apaixonado por Miguel, que será o pedaço de mau caminho, que é parecido com o britânico perfeição. 

"E espero realmente que você tenha tido tempo de pensar sobre nós, Duda. Caso contrário vou fazê-la pensar na marra. Vou encher o seu saco, todos os dias. Persegui-la na PUC. Invadir sua aula. Ficar de joelhos e me declarar na frente dos seus amigos. Vou grudar em você e lembrá-la a toda hora de que estou decidido a lutar até o final pelo que quero para mim. Pelo que preciso para ser feliz."

   O livro pode espantar por ser bem grosso (tem quatrocentas e sessenta e quatro páginas), mas a história é tão boa, e tão simples, que você esquece que é quase um clichê. O que eu realmente gostei, foi a sacada da Carol, em sair dessa coisa fantasiosa de ter um romance com o famoso pelo qual você é apaixonada, e trazer isso para algo mais real, fazendo com que a narrativa pudesse conectar o leitor, de verdade.

"A primeira vista, Nova York é pura correria e agitação. E a segunda também. Cruzes.. Fico cansada só de ver."

    É claro que você não vai encontrar altas reflexões, porque é uma história de amor simples, sem conflitos impossíveis, porém é uma literatura ótima para passar o tempo e rir. Ajuda também para suspirar bastante, porque, convenhamos, estamos falando do homem com o sorriso torto mais apaixonante do Reino Unido, já que Ian Somerhalder fica por conta da América em si, e Zayn Malik tem como característica o sorriso com a língua entre os dentes, e não o sorriso torto. 
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RESULTADO DO SORTEIO

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   Então, adoráveis leitoras, espero que todas tenham participado do sorteio do colar em forma de unicórnio, que foi uma parceria com a loja B-Sides Fashion. O resultado saiu, e a ganhadora foi a Milena Nadin Ginach, e eu já enviei um email, a contatando. Caso ela não entre em contato em dez dias, eu refarei o sorteio, então não desanimem ainda.


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Esquece as aspas: Piriguetes everywhere

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   Caso não tenha notado, eu usei um eufemismo no título. Piriguete. Se a situação fosse outra, meus princípios fossem outros e eu não estivesse em um blog onde muitas pessoas me conhecem pessoalmente, eu usaria o termo puta. Mas a situação é essa, eu tenho meus princípios e as pessoas me conhecem, então eu manterei o termo, e só usarei o sinônimo em casos necessários. "Puta" significa mulher que vende o seu próprio corpo em troca de sexo, e eu me pergunto se não é isso que essas meninas, no Facebook, não estão fazendo. Muitas delas estão colocando pouca roupa, indo para o banheiro (por que essa fixação sobre tirar foto no espelho, aliás?) e expondo, para meio mundo, sua pele descoberta.  
   Eu me espanto, honestamente, pela forma que elas consideram todos os duzentos comentários que recebem na tal foto. Em alguns casos, leio que elas estão cansadas de se sentir como objetos, ou que se sentem embaraçadas sobre como responder a um "vem pra minha cama" ou algo desse gênero, e acabam só dando uma risada. A verdade está tão esfregada na cara, que eu chego a ficar com rinite: se não quer ser tratada como se sua aparência fosse tudo que você tem, não exponha só ela. Eu jamais li um comentário inteligente vindo de uma garota assim, que coloca roupas curtas e quase esperneiam para que seus seios sejam notados, e não estou insinuando que elas não tenham a capacidade de serem espertas; eu quero dizer que elas acabam só mostrando um lado repleto de desejo sexual e nenhum cérebro.
   Obviamente, eu poderia ser desagradável e dizer um monte de manias que elas tem, como gostar de funk, usar óculos espelhados, mas eu não estou aqui para dizer o que todos notam. Eu só queria que elas se valorizassem. Tudo bem se você quer que as pessoas te olhem dessa forma, sem nenhum conteúdo, sem conseguir conversar por mais de alguns míseros minutos, mas e se você decidir que não quer mais isso, algum dia? Sua imagem vai acompanhar você, assim como aqueles tênis coloridos que eu usava, e que, hoje, não me orgulho muito. O ponto é que o modo como você age agora, vai mudar, só que as pessoas, ao seu redor, não vão esquecer.
   Claro, eu não creio que quando a adorável moça posta a foto praticamente nua, ela esteja pensando no seu futuro, MAS é importante que ela compreenda que toda essa imagem sexual que ela está passando, é muito mais que só uma foto, ou um comentário. É quem ela é. 

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Não vou abaixar o som, mãe: James Arthur

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   O The X Factor USA é realmente muito bom, mas nada se compara aos talentos que dá pra se encontrar no programa de talentos do Reino Unido. A diferença de um para o outro, basicamente, é que na versão dos Estados Unidos, só saem artistas pop, que não se arriscam e que o mercado já está repleto. Um exemplo disso é a Lucy Spraggan e o James Arthur, assim como tantos outros. 
   Eu conheci a música "meio rap" do James quando estava vendo covers para "Impossible", que foi o single que fez com que ele ganhasse a competição do ano passado. Ele tem vinte e cinco anos, porém escreve e grava canções desde seus quinze anos, o que reflete em sua maturidade musical de agora. Ele não é do tipo que escreve só sobre se divertir e namorar, e é isso que eu gosto sobre os cantores que saem do The X Factor UK.
   Em sua primeira audição, o garoto tímido, sorria fraco para a platéia, depois de ouvir tantos elogios (com razão), fazendo até mesmo seus pais se emocionarem. Atualmente, James tem um cd lançado e que, provavelmente, não virá para o Brasil (oooh, desgraça), MAS a esperança é a última que morre, não é mesmo?  









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Bom dia, leo

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   Como eu havia dito, alguns posts atrás, eu estava tentando ser um pouco mais patriota, e achei uma escapatória pelos vloggers brasileiros. O cara de do bomdialeo, o Leonardo, é muito engraçado, bonito e com um bom toque de "sou retardado; mãe, cadê meu remedinho?". 
   Ele tenta postar vídeos todas as quintas, porém nunca consegue, então não espere muito do pobre moço. Apesar dos pesares, o Leo faz vídeos muito bons, com assuntos diferenciados, não só o que está na mídia, e nem sempre são sobre coisas polemicas. O primeiro vídeo que eu assisti dele (um obrigada a amante do Blake Jenner, aka Ana), foi sobre sua ida ao cabeleireiro, por exemplo. 

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Play Two Times

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   Eu acho que jamais vou me cansar de dizer que os melhores artistas estão no Reino Unido (ou no caixão, mas, ainda sim, lá no Reino Unido. Aka Freddie Mercury e companhia). Eu não sei se é por causa dessa onda mais indie, folk, ou se é porque eu simplesmente gosto muito da cultura deles e tudo que envolve essa sensibilidade para a música. Seja como for, o cara que está aqui no Play Two Times veio do The X Factor UK, de 2011, e não faz sucesso como o grupo vencedor, sendo que ele ficou em segundo lugar. Cadê um Zayn Malik da vida para ajudar o Macus?
   Marcus Collins fez bastante sucesso por lá, tendo seu single "Mercy" entre o Top 10 UK, assim como seu cover de "Seven Nation Army". O segundo álbum do cara vai ser lançado esse ano, depois de uma turnê com Hairspray, atuando como Seaweed Stubbs, e sendo que, ironicamente, antes de entrar para o programa, ele trabalhava em um salão de beleza. Collins, ao meu ver, é bem charmoso e estiloso (apesar de que eu acharia meio estranho um homem usando esses ternos coloridos), porém, ele não é um lady's killer, e sim um guy's killler, então nada de paixonites. 



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Yousef Erakat

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   Eu conheci o canal fouseyTUBE a menos de um mês atrás, através de um vídeo muito bonito, e com um ótimo ponto a ressaltar, chamado "uma razão para sorrir" (o primeiro vídeo abaixo), através do Facebook. 
   O Yousef não tem um estilo regular de vídeos, porém os que eu mais gosto sãos os que ele saí pelo campus da faculdade dele e filma, escondido, as reações das diversas pessoas que estão lá. É bonito de ver os pontos que ele tem para provar, seja que as pessoas não estão mais sabendo como reagir a elogios, que elas não tem reação quando o problema não é com elas, ou se a população, no geral, ainda é racista. 
        
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Meus dez mandamentos

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   Existem coisas que, simplesmente, estão impregnadas em mim como um cheiro ruim de cigarro no cabelo. Eu tenho algumas manias, e confesso que acho que são essas coisas peculiares que me diferenciam, ainda mais, das outras almas lá fora. É muito fácil ser só mais uma que gosta da cultura britânica, que ama ler e que precisa de música para sobreviver, mas não são todas as pessoas que fazem listas e dizem "eu te amo" todo dia. Aqui estão os dez mandamentos para uma boa convivência com Bianca Geisler, escritora do Não Gosto de Unicórnios, pisciana, mas que não acredita nessas coisas, por mais que elas estejam "corretas" em um bando de coisas.

#10: Não me interrompa, sob hipótese alguma, quando eu estiver com meus fones, a não ser que eu goste muito de você.
#9: Se você me apresentar novos artistas, eu vou, consecutivamente, amar mais você.
#8: Nunca recuse um abraço meu, e, de preferência, feche os olhos. Eu tenho uma facilidade maior em me apegar em pessoas que dão abraços apertados e que fecham os olhos.
#7: Caso ache idiota a minha brincadeira de "o que você prefere", tente desviar disso sutilmente, e não seja rude.
#6: Nunca, em hipótese alguma, peça para ler algo meu. Se eu não te dei para ler, é porque eu não quero que você leia!
#5: Não elogie minha aparência. Eu fico na defensiva, fico envergonhada, não sei o que dizer, e acabo me sentindo mal, então evite isso.
#4: Aprenda a identificar quando eu realmente quero sair com você, ou quando eu estou louca para dar uma desculpa esfarrapada e fugir. Eu não sei dizer não.
#3: Não peça para tirar foto comigo/ver a foto da minha carteira de identidade. 
#2: Se eu estiver lendo, não me incomode.
#1: Jamais pegue minhas anotações para ler.


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Top 5

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   Como sabem (e se não sabem, vão ficar sabendo), fui para Paris a uns meses atrás. Eu fiquei somente dois dias, sendo que um deles foi só até o almoço, então a passada pela França nem contou muito bem. Isso não significa que não tenha sido incrível ver aquele lugar incrível de perto, e me sentir em um filme romântico, com Begin Again da Taylor Swift como música de fundo, porque sim, eu fiquei com essa canção na cabeça todas as 36 horas que eu fiquei em Paris. 
   Eu havia dito que minha câmera tinha quebrado no aeroporto, quando eu nem havia saído do Brasil ainda, e é verdade, porém uma alma boa, que também se chama Bianca, fez a boa camaradagem de me emprestar a máquina fotográfica dela, e esse Top 5 são umas das minhas fotografias favoritas que eu tirei lá. 



































































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