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Não vou abaixar o volume, mãe: 5SOS

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   Particularmente eu nunca entendi porquê em música não aparecer o sotaque, tipo britânicos, irlandeses, russos, enfim. A banda de hoje é australiana, e por mais que eu ouça dizer que o sotaque australiano é o melhor, eu não consigo diferir, então de um jeito ou de outro... - porque cargas d'água eu falei tudo isso só pra dizer que os gatinhos eram australianos? Me calei.
   5 Seconds Of Summer tem dois vídeo clipes até agora, mas eu tenho certeza absoluta que você não vai se importar nem um pouco de procurar os videos acústicos deles; eles são muito bons mesmo! Eles começaram a tocar juntos em 2011, e ainda não tem um CD de estréia, só EP, os singles; mas imagina só, McFly, aqueles lindos, estão ajudando os australianos perfeitos aí com as canções; tenho certeza que a espera vai valer a pena.
   Eu não os consideraria uma boyband de jeito algum, eles que tocam os instrumentos, não tem dancinhas nos shows e tem estilos bem normais e opostos, mas isso não tira nenhum pouco a vontade de conhecê-los, até pelo contrário, me deixou mais curiosa ainda e, depois de conhecer, viciada. Pra falar verdade a verdade, eles me lembram muito o McFly (  ).

As minhas dicas são: 

                                                                     Heartbreak Girl    

                                                                   Out Of My Limit

                                                                        Beside You

                                                                     Unpredictable
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Play two times.

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    Hey, pessoas lindas que eu sei que dançam como um alce com câimbra quando não tem ninguém em casa, como estão? - eu queria começar os posts de uma maneira diferente, mas sei lá, acho que vou perder gente lendo o que eu posto se continuar nessa criatividade exposta na frase aí de cima.
   Bom, continuando... "play two times" é o novo estilo de matéria que eu vou escrever aqui, onde vou indicar duas músicas de um artista. E sim, nome ultra criativo, eu sei.
   Então o artista da vez é....
   NEON TREES!
(Everbody Talks, que tem um cover do Glee bem legal pra essa música; aliás foi por lá que eu comecei a gostar da banda)

(Animal, que novamente tem uma influência de Glee para estar aqui)


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Ready? Go! Read!

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   Além de música, outra coisa que eu tenho uma paixão incontrolável é ler. Ler fics e livros são coisas que realmente me fazem feliz; talvez por me tirar dessa realidade e me fazer imaginar histórias tão fofas e perfeitinhas ou porque eu me fazem viajar completamente e eu realmente me envolvo com os personagens. Motivos a parte, minha mania - que meu pai não gosta, porque se dependesse de mim, eu compraria um novo toda semana - de visitar sites com dicas de livros tem me rendido ótimas literaturas para melhorar meu vocabulário, escrita e minha personalidade romântica e sonhadora, claro.
   Toda semana, eu pretendo postar três dicas de livros que eu encontrei por lá; vou colocar os links pra vocês lerem um pouquinho mais a respeito, saberem preços e espero que assim, vocês adquiram esse gosto também e claro, me digam as dicas de vocês e se gostaram das minhas opções de leitura. 
"Procura-se um marido" 
O livro da autora Carina Rissi é brasileiro, - momento 'o' - e por mais que eu tenha um certo pé atrás com os livros do nosso país, esse sim me surpreendeu. A história é bem parecida com a de algumas fanfics que eu já li, onde ela, por algum motivo, tem que procurar alguém pra se casar e BAM! o bonitinho, perfeito, maravilhoso do principal gatão está lá pra ser seu esposo de mentirinha. Eu ri, torci para que eles se beijassem e sorri com o fim; acho que vocês vão curtir. 
"Uma proposta irrecusável" 
Eu li esse aí a um tempinho atrás; mas ele me marcou bastante. São umas quatrocentas e poucas páginas e eu li em duas madrugadas de férias de inverno. Então estava eu, meu cobertor felpudo, uma lata de milho em conserva (pois é, vai entender...milho em latinha) e esse maravilho e divertido romance. Pra falar a verdade, eu nunca entendi o que os críticos diziam com "um romance divertido", mas pareceu certo essa definição, então vou deixá-la aí. Vale a pena descobrir se a mocinha comum vai conseguir conquistar seu ex namorado depois de terminar com ele sem mais nem menos e ainda por cima... ter feito isso por dinheiro e ele saber.
Minha ultima dica é da mesma autora do livro anterior que eu comentei; sinal de que é uma ótima autora mesmo. "Dizem por aí" te faz querer um bonitão igual ao da história, rir com o gay e querer matar a filha dele por se meter nas coisas nas melhores horas... mas né? Faz parte ficar na expectativa e BOOM! vem uma pessoa pra acabar com a magia do conto de fadas da Cinderela. Não, pera; me empolguei aqui e fiquei imaginando aquele castelinho da Disney se formando na tela azul e aquela musiquinha que fica na cabeça... enfim, esse livro aí é bem bom e acho que vocês vão gostar de se envergonhar com a principal como eu gostei. Pelo menos espero que gostem. 
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Death.

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   Many people fear death and everything involving cemeteries. Was I a freak if I said I'm not one of them?
   Horror movies involving zombies, and death people walking around, what is reasonably crazy, but that just gives us a lot of discomfort and fear, then imagine spending a night locked inside this kind of place? With so many tombstones, many drawers with corpses and all those old pictures of people or even worse, dead babies ... every second, the heart seems to go out of your mouth.
   You know what is my problem? I can not see dead people as scary. I can't see in ledger, fear. And if I cried, would't be horror, or negative adrenaline through my veins; would sadness.
   The flowers that are gracing the tombstones; why they are there? Why are there still there? Kin keep coming to suffer with the memories of a death person? They are there, because the person who always tries to bring a branch to the memory of a lifeless body, regretted something that her doesn't make, and now, with no option, she sees in that act, an apology? Or are they there for pity, because no one had the decency to attend the funeral and a kind soul tries to leave more "beautiful" a cold marble slab with a photo, that photo that today there is nothing left, but a certificate of death, cause when alive, the current "lifeless" was someone without love?
   I never stopped to think about how I wanna die, probably would't want it in a painful way, like drowning, asphyxiated or burned alive. I just wish people would not take me flowers and they were not black to my funeral.
   Flowers don't remember it; flowers on a tombstone makes me think more about repentance, like if as in life, I had left things undone, had not said everything that i want and who brings to me, knew and shared my pain. Black clothes reminds grief, and I understand it is a sad moment, but it's not necessary suffering if they know that you lived it like you could live. Of course I could never do all that I wanted, it is impossible, but I tried, then it's not necessary to grief for my respect. I want bright colors in my funeral and if possible, smiles, smiles to show everyone that I died, yes, I died, but I did what I had to do, and still ate chocolate and said "I love you" trapped in the throats of many people who don't have that chance anymore.
   That regret I'll be proud to know that I didn't have, so on my tombstone I want "in memory of that who knew to say" I love you "always. 
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Just... death.

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   Muitas pessoas temem a morte e tudo que envolva cemitérios. Seria eu uma esquisita se dissesse que não sou uma delas?
   Filmes de terror envolvem zumbis, e pessoas supostamente mortas que saem caminhando por aí; o que racionalmente é loucura, mas acaba que isso nos proporciona medo e muito desconforto; imagina então passar uma noite inteira trancada dentro desse tipo de lugar? Com tantas lápides, tantas gavetas com cadáveres e todas aquelas fotos de pessoas velhas ou de pior ainda, bebês mortos... a cada segundo, o coração parece que vai sair pela boca.
   Sabe qual é o meu problema? Eu não consigo ver pessoas mortas como assustadoras. Eu não consigo ver nas lápides, medo. E se por acaso eu chorasse, não seria de terror, ou adrenalina negativa passando por minhas veias; seria de tristeza.
   As flores que estão enfeitando as lápides; por que estão lá? Por que ainda estão lá; sendo que tanto tempo se passou? As famílias continuam sofrendo com as lembranças de um ente perdido? Elas estão lá porque a pessoa que sempre tenta levar um ramo para a memória de um corpo inanimado, se arrependeu de algo que fez, e, agora que não tem mais opção, vê nesse ato, um pedido de desculpas? Ou será que estão lá por pena; porque ninguém teve a decência de comparecer ao funeral e uma alma bondosa tenta deixar mais "bonita" uma fria lápide de mármore com uma foto; foto essa que hoje não representa mais nada, além de um atestado de óbito em uma gaveta porque quando vivo, o atual morto foi alguém sem amor?
   Nunca parei para pensar em como gostaria de morrer; provavelmente não gostaria que fosse de uma maneira dolorosa, tipo por afogamento, asfixiada ou queimada viva. Eu só gostaria que as pessoas não me levassem flores e não fossem de preto ao meu funeral. 
   As flores não me lembrar respeito; flores em uma lápide me fazem pensar mais em arrependimento, como se, em vida, eu tivesse deixado coisas por fazer, não tivesse dito tudo que gostaria e que quem me traz elas soubesse e compartilhasse dessa dor. A roupa preta lembra luto; e eu entendo que seja um momento triste, mas não precisa sofrimento que se sabe que se viveu o que se pode viver. Claro que eu jamais conseguiria fazer tudo que desejava, é impossível, mas eu tentei, então não é necessário luto em meu respeito. Quero cores alegres em meu enterro e se possível, sorrisos; sorrisos que mostrem a todos que eu morri, sim, morri, entretanto eu fiz o que tinha pra fazer, comi chocolate e ainda sim disse todos os "eu te amo" que ficaram presos na gargantas de muitos. 
   Esse arrependimento eu terei orgulho de dizer que não tive, por isso, em minha lápide eu quero um "em memória daquela que soube dizer "eu te amo" sempre.
   
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O que é eterno?

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   Sabe, eu queria entender a vida. Eu queria entender por quê morremos, a razão pela qual eu me apaixono por alguém, qual o motivo de sofrermos por coisas que podiam ter sido evitadas. Entre tantas coisas, tantas dores, tantos sofrimentos que eu venho tendo, tudo só me faz pensar na razão; porque eu fui, entre tantas, a escolhida a para, pensar, e chorar. Chorar porque mesmo tendo a paciência de me perguntar, eu jamais terei a solução completa para o problema.
   Música não concerta as coisas, mas me ajudam a dançar de um jeito engraçado quando as coisas não vão bem; amigos não podem curar meus problemas e feridas, porém eles podem me abraçar e dar motivos para que tudo fique um pouco - ou muito - melhor; compaixão não faz as outras pessoas amarem você, entretanto ela te dá a possibilidade de notar que sim existe milhares de opções para se lidar com a vida: sofrendo pela falta de milhões de amigos no Facebook, ou a felicidade de ter, pelo menos uma pessoa nesse mundo, que não poderia mais viver sem ter você por perto.
   Eu nunca quis ser imortal. Ser imortal me daria muitas lembranças e talvez com muito tempo e experiência o meu maior medo se concretizasse ."Eu sou adulta, não posso cantar no chuveiro, nem tomar banho de chuva; não posso fazer coisas inesperadas ou usar roupas coloridas e esquisitas" seria a frase pairando em minha cabeça toda vez que assistisse desenho animado, toda vez que eu estivesse estressada no transito, toda vez que eu não ligasse para o vento bom batendo de leve em meus cabelos. 
   Ah, e meus cabelos? Bom, talvez eu nunca os amasse por completo, mas por mim tudo bem. Aquela menininha do orfanato disse que adoraria ter essas molinhas na cabeça como eu tenho. Aquele outro pequeno que estava sempre no canto, sem conversar com alguém, disse que queria que eu fosse a princesa dele; e a mal humorada da assistente social chorou comigo quando, ao completar 6 anos, minha pequena favorita foi embora. E eu não pude fazer nada. Eram as normas. 
   E que porcaria de normas eram aquelas? Aquelas crianças mereciam o melhor, e eu dei o meu melhor para elas quando estávamos juntas; só que eu queria ter feito-as sorrir pra sempre. E eu não pude.
   O fato é que, sim, a vida é uma merda às vezes. Mas ela só tem a opção de melhorar quando eu querer usar azul enquanto todos usam rosa, quando eu comer chocolate e não sorvete, quando coturno estiver lá, e não salto alto. A vida só melhora quando eu paro de ligar pra quem não gosta das minhas esquisitices e entendo que sempre haverá alguém que conta comigo para sorrir. Que sempre haverá alguém que estaria disposto a morar nas estrelas comigo. Alguém que jamais morre, porque o que é eterno não são os momentos; eterno é a nossa capacidade de se alegrar diante de uma verdadeira alegria.
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